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Serpro: Expresso será base do e-mail seguro para os brasileiros

:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital :: 24/09/2013

O Expresso, desenvolvido pelo Serpro, deve ser a base do e-mail seguro que o Ministério das Comunicações quer ver os Correios oferecerem para todos os brasileiros. Ou pelo menos foi esse o tema da conversa entre Paulo Bernardo e o presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados, Marcos Mazoni, nesta terça-feira, 24/9.

“Continuamos no foco corporativo, mas as equipes de TI do Serpro e dos Correios vão sentar e se acertar. Como o Expresso já funciona e é baseado em módulos, facilita. Seria possível ter isso disponível até o fim do ano”, afirmou Mazoni após o encontro.

Ele enumerou as vantagens de um serviço já em uso por órgãos do governo por ser: 1) um e-mail seguro; 2) que roda dentro da ‘nuvem’ própria do Serpro; 3) no ambiente de segurança da rede administrada pela estatal e; 4) criptografado no padrão ICP-Brasil. 

A vantagem dos Correios, acredita Mazoni, é a grande capilaridade da instituição. Mas não seria a única forma de disseminação do ‘e-mail seguro’. “O próprio programa de Cidades Digitais do Ministério das Comunicações deve ser utilizado para a oferta”, diz ele.

A questão, porém, é de escala. O presidente do Serpro reconhece que a oferta depende dos acertos com outras instituições para uso de infraestrutura de armazenamento. O uso do Expresso, embora inclua outros serviços como conversa instantânea ou videoconferência, cabe na nuvem do próprio Serpro. 

“Depende de armazenamento. Além dos Correios teríamos Banco do Brasil, Caixa, enfim, uma nuvem híbrida, na qual os custos seriam incorporados pelo governo, de forma partilhadas pelas instituições. E não abandonaríamos parcerias externas, desde que atentam os requisitos de segurança do Expresso.”

O Serpro já enxerga aí até mesmo novos aplicativos. “O e-mail pode servir de veículo de comunicação com o Imposto de Renda, por exemplo. Pode ser a forma de comunicação entre servidores públicos. Até por isso investimentos na nossa ‘nuvem’”, diz Marcos Mazoni. 

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