A partir desta segunda-feira, 30/7, todos os convênios, contratos de repasse e termos de parceria entre entidades e o poder público serão obrigatoriamente operados pelo módulo de Ordem Bancária de Transferências Voluntárias (OBTV). Na prática, trata-se de um sistema completamente automatizado de repasses públicos.
“Quando um ente federativo ou uma entidade civil sem fins lucrativos firma um contrato de parceria ou convênio, estabelece-se um plano de trabalho. E à medida que as etapas são cumpridas, ocorre a transferência de recursos. A OBTV está informatizando totalmente esse processo”, explica o secretário de logística e tecnologia da informação, Delfino Natal de Souza.
Nesse sentido, OBTV refere-se ao pagamento da despesa do convênio, por exemplo, diretamente na conta corrente do beneficiário de forma virtual, o que, segundo a SLTI, garante a transparência e publicidade dos dados. O documento eletrônico só é emitido se todas as etapas do convênio tiverem sido cumpridas pelas partes envolvidas no processo (concedentes, convenentes e fornecedores).
Para o secretário de logística e TI, além da informatização do processo, o uso do módulo OBTV permitirá a redução do custo operacional, maior controle e agilidade. “A automatização na liberação dos recursos facilita todo o processo do ponto de vista da governança das transferências”, conclui Souza. Convênios, contratos de repasse e termos de parceria assinados até 27/7/2012 não sofrerão alteração, pois não serão operados por OBTV.
O OBTV é parte do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv), uma ferramenta eletrônica que reúne e processa informações sobre as transferências voluntárias da União para estados, Distrito Federal, municípios e entidades privadas sem fins lucrativos.
Para a especialista em Regulação de Telecomunicações da Anatel, Rosa Maria Pinto Amaral, não há como garantir 100% de qualidade nos serviços de telefonia móvel, num setor que saltou de 35 milhões de acessos em 2002 para 262 milhões de acessos segundo os dados deste ano da agência. "Como consumidora também tenho insatisfação".
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
A recomendação foi feita pelo evangelizador de novas tecnlogias da IBM Brasil, Cezar Taurion. Hoje, apontou ele, o gestor de Tecnologia perde voz para executivos de Marketing e de Negócios e está fora do top 5 na tomada de decisão dos negócios.
Em 2012, os bancos gastaram R$ 20,109 bilhões em TIC, sendo 40% considerados investimentos para a criação de novos serviços. No país, as instituições financeiras responderam por 15% de todo o gasto com TIC.
Com 488 metros quadrados, a nova sala-cofre protegerá dados de água, fogo e radiação eletromagnética. “O que estiver dentro dela, está a salvo”, garante Cesar Cinelli, gerente da Divisão de Manutenção (Dima) da Dataprev.
Serviços bancários desenvolvidos para os tablets não param de crescer no mundo e, em 2017, cerca de 200 milhões de usuários vão fazer suas transações pelo dispositivo, apura estudo da Juniper Research.
"As grandes habilidades dos jovens até 2020 serão o pensamento crítico, a criatividade e a conexão", preconiza a cientista e educadora, Martha Gabriel.
Por engajamento ou por pressão se adaptar e garantir sustentabilidade à gestão corporativa é,hoje, uma missão dos gestores de TI. Pensar em soluções práticas, ágeis e econômicas é ordem do dia.