O Brasil vendeu 4 milhões de PCs no primeiro trimestre deste ano, revela a IDC Brasil, o que significa um incremento de 4% em relação ao mesmo período de 2011, quando foram comercializados 3,6 milhões de equipamentos.
"Nosso país se consolidou na terceira posição do ranking mundial em termos de consumo e concentra quase 50% do total de vendas de computadores na América Latina. A expectativa é de que neste ano o mercado brasileiro cresça 13% em relação ao ano de 2011, quando atingimos a marca de 15,4 milhões de computadores”, conta Camila Santos, analista senior do mercado de computadores da IDC Brasil.
Do total de máquinas vendidas no primeiro trimestre, 54% são notebooks e netbooks e 46% são desktops. Ainda de acordo com o estudo da IDC, 67% foram destinadas ao segmento doméstico, 27% para segmento corporativo e 6% para Governo e educação.
“Como observado em outros trimestres, os desktops vêm sofrendo quedas, porém ainda têm bastante representatividade no mercado corporativo, que possui uma grande base instalada de PCs. Já os portáteis continuam crescendo e concentraram grande volume nesse primeiro trimestre”, completa a analista da IDC Brasil.
O primeiro trimestre demonstrou recuo de 9% em vendas quando comparado ao trimestre anterior. Tal movimento foi ocasionado, principalmente por conta das flutuações das taxas do dólar, que levaram grandes empresas ao conservadorismo; dos impactos causados pela diminuição de fornecimento de HDDs; e do período do ano ser tradicionalmente mais fraco em vendas. Porém, a previsão é de que até o meio do segundo semestre essa cadeia esteja totalmente recuperada.
Em relação aos ultrabooks, a IDC acredita que ainda se trata de um mercado imaturo, mas que em médio ou longo prazo pode vir a ganhar participação se os preços aplicados forem ao encontro da disposição de compra e necessidade dos usuários finais.
O diretor das áreas Industrial e de Mercado de Capitais da instituição, Julio Ramundo, admitiu que a participação do setor privado nacional nos investimentos em P&D permanece abaixo da média mundial. Em algumas economias, o investimento privado nessa área supera 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.Já o setor privado no Brasil investe somente 0,6% do PIB.
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
Evento, agendado para 17 a 19 de setembro, discutirá o uso da norma 29110, da ABNT voltada para certificar o desenvolvimento de software por pequenas empresas. Também debaterá o impacto da CERTICs, instrumento criado pelo governo Dilma com intuito de melhorar a competitividade das empresas nacionais. O 'torcedor digital' ganha espaço.
Empresa, do grupo Globalweb Corp, planeja ampliar presença no Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e interior de São Paulo através de alianças comerciais, revela Adriano Vieira, COO da Compusoftware.