A Intel desembolsará mais de US$ 4 bilhões para adquirir uma fatia de até 15% da ASML e financiar a pesquisa da empresa holandesa rumo à tecnologia para produção dos custosos chips de próxima geração, informa nesta terça-feira, 10/07, a Agência Reuters.
A fabricante norte-americana espera acelerar a adoção dos processos de manufatura de chips de próxima geração da ASML em até dois anos, o que exigirá forte investimento de capital, mas resultará em bilhões de dólares em economias futuras em função de cortes de custo de produção, segundo analistas.
A Intel vai adquirir, inicialmente, uma fatia de 10% na fornecedora europeia de equipamentos para fabricantes de chips, assumindo outros 5% após aprovação dos acionistas, pelo valor total de 3,1 bilhões de dólares.
O acordo não prevê direitos de exclusividade à Intel sobre futuros produtos da ASML. A empresa holandesa tem como concorrentes os grupos japoneses Canon e Nikon. Os clientes da companhia incluem, além da Intel, a Samsung Electronics.
O diretor das áreas Industrial e de Mercado de Capitais da instituição, Julio Ramundo, admitiu que a participação do setor privado nacional nos investimentos em P&D permanece abaixo da média mundial. Em algumas economias, o investimento privado nessa área supera 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.Já o setor privado no Brasil investe somente 0,6% do PIB.
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
Evento, agendado para 17 a 19 de setembro, discutirá o uso da norma 29110, da ABNT voltada para certificar o desenvolvimento de software por pequenas empresas. Também debaterá o impacto da CERTICs, instrumento criado pelo governo Dilma com intuito de melhorar a competitividade das empresas nacionais. O 'torcedor digital' ganha espaço.
Empresa, do grupo Globalweb Corp, planeja ampliar presença no Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e interior de São Paulo através de alianças comerciais, revela Adriano Vieira, COO da Compusoftware.
Tradicionalmente pouco atendidas pelo mercado financeiro tradicional, as empresas nacionais de TI só teriam a ganhar com o suporte do mercado de capitais.