Pesquisa mundial da Ernest&Young - 14ª edição do Estudo mundial de Segurança da Informação - mostra que 81% das corporações se preparam para incorporar os tablets e os smartphones nas suas rotinas. Também constata que 61% das organizações querem usar serviços na nuvem ainda este ano, apesar de muitas ainda terem muitas dúvidas com relação ao real ganho do uso do conceito.Mas há um ponto extremamente negativo: Apenas 1/3 das empresas entrevistadas admitiram ter atualizado suas estratégias voltadas para Segurança da Informação nos últimos 12 meses.
O levantamento, que ouviu 1700 organizações de TI em todo o mundo, mostra que a ação prática está muito distante da proposta teórica de uma TI organizada. Isso porque 72% dos entrevistados constataram que houve um incremento no risco de ameaças externas nos últimos 12 meses, mas as medidas efetivas adotadas ficaram bem abaixo do necessário. A promessa é que 59% dos entrevistados garantiram que vão aumentar os investimentos em segurança para 2013, mesmo que apenas 51% assumam ter uma política desenhada para a área.
"O grande problema é que cada vez mais os negócios estão sem fronteiras. O uso da nuvem impõe a adoção de segurança ainda mais reforçada", destaca Alfonso Guerrero, gerente de serviços da Ernest&Young da Colômbia. A preferência por cloud é uma realidade, mas o estudo da consultoria atesta que as organizações querem a nuvem, mas ainda não compreendem as consequências da adoção dos serviços no seu dia-a-dia.
Especialmente quando o uso de tablets e smartphones ganha força como ferramenta corporativa. Não à toa, mais da metade dos entrevistados assume que os dispositivos móveis são considerados um tema 'difícil' ou'muito difícil' na ára de TI.
O diretor das áreas Industrial e de Mercado de Capitais da instituição, Julio Ramundo, admitiu que a participação do setor privado nacional nos investimentos em P&D permanece abaixo da média mundial. Em algumas economias, o investimento privado nessa área supera 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.Já o setor privado no Brasil investe somente 0,6% do PIB.
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
Evento, agendado para 17 a 19 de setembro, discutirá o uso da norma 29110, da ABNT voltada para certificar o desenvolvimento de software por pequenas empresas. Também debaterá o impacto da CERTICs, instrumento criado pelo governo Dilma com intuito de melhorar a competitividade das empresas nacionais. O 'torcedor digital' ganha espaço.
Empresa, do grupo Globalweb Corp, planeja ampliar presença no Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e interior de São Paulo através de alianças comerciais, revela Adriano Vieira, COO da Compusoftware.
Tradicionalmente pouco atendidas pelo mercado financeiro tradicional, as empresas nacionais de TI só teriam a ganhar com o suporte do mercado de capitais.