Estudo realizado pela BT, provedora de serviçso de Telecom, aponta que 13% das organizações já implementaram o IPv6 em toda ou em parte de suas redes – bem acima dos 5% que utilizavam o IPv6 em 2011. O levantamento apura ainda que mais de 44% dos entrevistados planejam implantar o IPv6 em dois anos, tanto em razão da crescente expansão da Internet quanto do rápido esgotamento dos endereços IPv4 – o antigo sistema de endereçamento da Internet.
Ainda de acordo com a pesquisa, globalmente, 55% dos entrevistados concordam que “o IPv6 deve ser implementado em toda a rede”, mostrando que para a maior parte das organizações não será suficiente ter o IPv6 em apenas uma parte de sua infraestrutura, e que elas buscarão adotar o novo sistema de endereçamento de forma a aproveitar todos os benefícios que oferece.
Embora os benefícios provenientes do uso do IPv6 já sejam suficientemente óbvios para 57% dos entrevistados, que estão adiantados nos seus projetos ou na própria implementação, 22% ainda acreditam que é necessário estruturar casos de negócio mais sólidos para demonstrar um retorno satisfatório do investimento.
A percepção da complexidade, especialmente no que diz respeito à infraestrutura necessária para o IPv6, é outra barreira – apesar de 60% dos entrevistados concordarem que a tecnologia IPv6 está suficientemente madura para uma efetiva consolidação.
A BT realizou a pesquisa via web no período de 23 de abril a 15 de maio de 2012. A pesquisa '“2012 BT Diamond IP IPv6 Industry Surveque" foi respondida por 876 profissionais de TI ou de Operações de todo o mundo, abrangendo diversos setores.
No Brasil para a conferência WWW2013, no Rio de Janeiro, o físico inglês Tim Berners-Lee, que em 1989 desenvolveu o que se tornaria a world wide web, conclamou os brasileiros a adotarem a proposta de “direitos humanos” representada pelo projeto de lei. “Precisamos de algo que reforce a neutralidade de rede em benefício dos usuários”, afirmou.
Estudo encomendado pela Ofcom, o regulador britânico de telecomunicações, mostra que os internautas que mais baixam conteúdos “ilegais” são também os que gastam três vezes mais com arquivos legalizados do que aqueles que nunca “pirateiam”.
Nesta segunda-feira, 13/5, o editor chefe da Bloomberg News admitiu que os repórteres da empresa tinham acesso a informações pessoais dos clientes dos ‘Terminais Bloomberg” – uma espécie de computador que se espalhou no mundo financeiro na década de 1990 que traz informações de mercado.
Não é apenas o poder público que está criando regras rígidas para o uso das redes sociais no ambiente de trabalho. Pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial - Aberje - revela que grandes conglomerados nacionais optaram pela estratégia radical de não ter nenhum vínculo com o facebook, rede que tem a adesão de mais de 70 milhões de brasileiros.
Tratar as informações de acordo com a sua importância e evitar, a todo custo, congestionamento como forma de garantir a qualidade de serviço é tarefa essencial para evitar congestionamentos e paradas de redes.