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Criptografia está além do departamento de TI

:: Da redação
:: Convergência Digital :: 12/06/2012

Pesquisa, realizada com mais de 4.000 executivos e gerentes de TI na Alemanha, Austrália, Estados Unidos, França, Japão, Reino Unido e, pela primeira vez este ano, no Brasil, pela Thales, empresa especializada em segurança da Informação, por meio do Ponemon Institute, mostra que a criptografia é vista como uma questão estratégica de negócios não somente restrita ao departamento de TI.

Dentre as organizações brasileiras, o motivo mais importante para o uso de soluções de criptografia é proteger a marca ou danos à reputação resultante de uma violação dos dados (44%). Também muito importante para as empresas brasileiras é assegurar que seus compromissos de privacidade sejam honrados (31%).

O estudo revela que, como em outros países, o CIO, CTO ou o líder de TI no Brasil ainda continua sendo a figura de maior influência na decisão da estratégia de criptografia (22%), mas os gestores de outros departamentos começam a ter uma crescente influência nesta estratégia (14%), demonstrando que a criptografia está deixando de ser apenas uma questão de TI e se tornando uma questão que afeta toda a organização. Isso também demonstra uma tendência na consumerização da TI.

Para os entrevistados brasileiros, as características mais importantes da criptografia são a certificação independente para os padrões de segurança (45%), proteção de chaves por meio de dispositivos de hardware dedicados (44%) e a gestão automatizada das chaves de criptografia (43%).

“O fato de o Brasil ter sido incluído neste importante estudo pela primeira vez é um reconhecimento dos importantes passos que as organizações no Brasil têm tomado para resolver os seus desafios de segurança de dados”, afirma Cindy Provin, Vice-Presidente da Thales e-Security para as Américas. Um total de 525 executivos e gestores de TI de empresas brasileiras foram entrevistados para este estudo.

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