O Gartner divulgou números do mercado mundial, latino-americano e brasileiro de serviços de TI durante a Conferência Outsourcing & Parcerias Estratégicas, realizada, nesta terça-feira,05/96, em São Paulo.
Segundo a consultoria, o mercado mundial deve chegar a US$ 856 bilhões em 2012 e a previsão é que o crescimento médio anual seja de 3,8% entre 2009 e 2015. Na América Latina, o valor projetado para o mercado em 2012 é de US$ 34 bilhões, com taxa de crescimento médio de 9,6% ao ano entre 2009 e 2015.
“O crescimento do mercado de serviços de TI na América Latina reforça a tendência de outsourcing”, avalia Allie Young, vice-presidente de pesquisas do Gartner. Segundo ela, o Brasil é o maior destino de investimentos em serviços de TI da região, com um mercado estimado em US$ 14,8 bilhões – ou 45% do mercado latino-americano.
O crescimento médio projetado pelo Gartner para o mercado brasileiro de serviços de TI é de 11% ao ano entre 2009 e 2015. Atrás do Brasil aparecem México, dono de uma fatia de 20% do mercado na América Latina, Argentina e Colômbia, com 5% cada, e Chile, com 5%.
Allie Young aponta fatores como o crescimento da economia brasileira, novas políticas governamentais e instalação de multinacionais no país como responsáveis pelo estímulo à evolução do mercado nacional de serviços de TI.
Do outro lado, fatores como falta de mão de obra especializada, forte pressão sobre os provedores por melhores práticas e foco dos CIOs em operações e eficiência de custos como elementos que freiam o desenvolvimento desse segmento no país.
IBM (9%), Atento (8%), Accenture (5%), Tivit (5%) e CPM Braxis Capgemini (5%) encabeçam a lista dos maiores provedores de serviços de TI no Brasil, de acordo com o ranking do Gartner. “Os dez maiores provedores [a lista inclui HP, Stefanini, Telefónica, Indra e Oracle] respondem por 44% da receita no Brasil”, completa a vice-presidente do Gartner.
Para a especialista em Regulação de Telecomunicações da Anatel, Rosa Maria Pinto Amaral, não há como garantir 100% de qualidade nos serviços de telefonia móvel, num setor que saltou de 35 milhões de acessos em 2002 para 262 milhões de acessos segundo os dados deste ano da agência. "Como consumidora também tenho insatisfação".
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
A recomendação foi feita pelo evangelizador de novas tecnlogias da IBM Brasil, Cezar Taurion. Hoje, apontou ele, o gestor de Tecnologia perde voz para executivos de Marketing e de Negócios e está fora do top 5 na tomada de decisão dos negócios.
Em 2012, os bancos gastaram R$ 20,109 bilhões em TIC, sendo 40% considerados investimentos para a criação de novos serviços. No país, as instituições financeiras responderam por 15% de todo o gasto com TIC.
Com 488 metros quadrados, a nova sala-cofre protegerá dados de água, fogo e radiação eletromagnética. “O que estiver dentro dela, está a salvo”, garante Cesar Cinelli, gerente da Divisão de Manutenção (Dima) da Dataprev.
Serviços bancários desenvolvidos para os tablets não param de crescer no mundo e, em 2017, cerca de 200 milhões de usuários vão fazer suas transações pelo dispositivo, apura estudo da Juniper Research.