O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) publicou a portaria 260 de 17/05/2012 que leva à Consulta Pública os Requisitos de Avaliação da Conformidade para Equipamentos de Certificação Digital no Padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
Após a realização da consulta, os cartões criptográficos, leitoras, tokens e HSM, para uso no âmbito da ICP-Brasil deverão ser homologados por laboratórios acreditados pelo Inmetro. Segundo o diretor de Infraestrutura de Chaves Públicas do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Maurício Coelho, trata-se de um marco nos procedimentos de homologação dos produtos ICP-Brasil.
“Com a consulta pública, que durará 30 dias a contar da data de publicação, o atual sistema de homologação de produtos ICP-Brasil migra para o Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (SINMETRO). A partir dessa consulta, a sociedade civil terá a oportunidade de conhecer, opinar e sugerir alterações nesses requisitos”, diz.
Coelho afirma ainda que todas as críticas e sugestões encaminhadas ao Inmetro serão discutidas em um comitê técnico do qual o ITI é partícipe e que, após as devidas análises, o mesmo será consolidado e publicado no Diário Oficial da União. “Do ponto de vista normativo, essa publicação dará por encerrada a primeira etapa da migração para o Sinmetro. Restará a acreditação dos laboratórios que realizarão as avaliações”, acrescenta o executivo.
O diretor do ITI diz que incluir o processo de conformidade de produtos ICP-Brasil não elimina a necessidade de haver Laboratórios de Ensaios e Auditorias (LEA). “A ideia é que haja a expansão dos LEA já que a demanda da indústria de produtos ICP-Brasil é crescente. A massificação da certificação digital tem que ser acompanhada pela ampliação das ofertas de laboratório credenciados, conferindo assim celeridade aos processos de homologação”, completa.
Para a especialista em Regulação de Telecomunicações da Anatel, Rosa Maria Pinto Amaral, não há como garantir 100% de qualidade nos serviços de telefonia móvel, num setor que saltou de 35 milhões de acessos em 2002 para 262 milhões de acessos segundo os dados deste ano da agência. "Como consumidora também tenho insatisfação".
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
A recomendação foi feita pelo evangelizador de novas tecnlogias da IBM Brasil, Cezar Taurion. Hoje, apontou ele, o gestor de Tecnologia perde voz para executivos de Marketing e de Negócios e está fora do top 5 na tomada de decisão dos negócios.
Em 2012, os bancos gastaram R$ 20,109 bilhões em TIC, sendo 40% considerados investimentos para a criação de novos serviços. No país, as instituições financeiras responderam por 15% de todo o gasto com TIC.
Com 488 metros quadrados, a nova sala-cofre protegerá dados de água, fogo e radiação eletromagnética. “O que estiver dentro dela, está a salvo”, garante Cesar Cinelli, gerente da Divisão de Manutenção (Dima) da Dataprev.
Serviços bancários desenvolvidos para os tablets não param de crescer no mundo e, em 2017, cerca de 200 milhões de usuários vão fazer suas transações pelo dispositivo, apura estudo da Juniper Research.
"As grandes habilidades dos jovens até 2020 serão o pensamento crítico, a criatividade e a conexão", preconiza a cientista e educadora, Martha Gabriel.
Por engajamento ou por pressão se adaptar e garantir sustentabilidade à gestão corporativa é,hoje, uma missão dos gestores de TI. Pensar em soluções práticas, ágeis e econômicas é ordem do dia.