Os advogados da Hewlett-Packard e da Oracle travam a partir desta segunda-feira, 04/06, um embate nos tribunais. Em questão, a decisão da Oracle de não mais desenvolver software para os servidores da HP que usam o processador Itanium. O processo, em que a HP pede indenização de até US$ 4 bilhões, começa poucos dias depois de a Oracle perder uma ação importante contra o Google sobre a tecnologia usada em smartphones.
Nomes importantes, como o presidente-executivo Larry Ellison e o presidente Mark Hurd, ambos da Oracle, e Ann Livermore, membro do conselho da HP, devem depor. No ano passado, a Oracle decidiu suspender o desenvolvimento de softwares para uso com o processador Itanium, alegando que a Intel havia deixado claro que chip estava se aproximando do fim e que transferiria seu foco para os microprocessadores da família x86.
Mas a HP argumenta que a Oracle tinha um acordo com ela para manter o suporte ao Itanium, sem o qual os equipamentos da HP equipados com o chip se tornariam obsoletos. A HP afirmou que esse compromisso foi reafirmado em um acordo extrajudicial que encerrou o processo anterior contra a Oracle sobre a contratação de Hurd, ex-presidente-executivo da HP. Esta processou a Oracle na Justiça da Califórnia, no ano passado, afirmando que a contratação de Hurd prejudicava os clientes.
A Oracle afirma que as alegações da HP não justificam o pedido de indenização e abriu processo contra a companhia por propaganda enganosa, afirmando que a HP não havia revelado ao público os termos do contrato com a Intel. A decisão da primeira fase do processo, que é concluir se existe contrato entre HP e Oracle e quais são os termos, virá do juiz James Kleinberg, em vez de um júri, disse o porta-voz da HP, Michael Thacker.
Caso o juiz decida em favor da HP, um júri determinará se a Oracle violou ou não o contrato. Kleinberg comparou no mês passado o processo a um divórcio, dizendo que o caso parece representar o fim de um casamento entre as gigantes da tecnologia.
O diretor das áreas Industrial e de Mercado de Capitais da instituição, Julio Ramundo, admitiu que a participação do setor privado nacional nos investimentos em P&D permanece abaixo da média mundial. Em algumas economias, o investimento privado nessa área supera 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.Já o setor privado no Brasil investe somente 0,6% do PIB.
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
Evento, agendado para 17 a 19 de setembro, discutirá o uso da norma 29110, da ABNT voltada para certificar o desenvolvimento de software por pequenas empresas. Também debaterá o impacto da CERTICs, instrumento criado pelo governo Dilma com intuito de melhorar a competitividade das empresas nacionais. O 'torcedor digital' ganha espaço.
Empresa, do grupo Globalweb Corp, planeja ampliar presença no Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e interior de São Paulo através de alianças comerciais, revela Adriano Vieira, COO da Compusoftware.
Tradicionalmente pouco atendidas pelo mercado financeiro tradicional, as empresas nacionais de TI só teriam a ganhar com o suporte do mercado de capitais.