O Allied Irish Bank (AIB), banco comercial da Irlanda, assinou um novo contrato com a Módulo, empresa brasileira especializada em soluções automatizadas para Governança, Riscos e Compliance (GRC). O acordo comercial foi anunciado na última terça-feira (15/5), mas o valor do serviço não foi divulgado.
O Allied Irish Bank (AIB) atua no atendimento a clientes corporativos e pessoas físicas. A partir do contrato, o AIB adquiriu a plataforma Modulo Risk Manager, software de gestão de riscos, que auxiliará o banco a identificar, prevenir e tratar riscos em seus ativos de Tecnologia da Informação.
Para o banco, a aquisição do software permitirá uma gestão mais completa da sua área de GRC, sinalizando quais ações são mais relevantes e quais medidas devem ser tomadas primeiramente. “Integramos o Módulo Risk Manager com o Qualys, nossa plataforma de varredura de vulnerabilidades, o que nos permitirá priorizar os pontos críticos encontrados. A implementação do software foi simples, fácil e rápida, assim como a integração com o Qualys”, aponta David Moule, Gerente de Segurança da Informação do Allied Irish Bank.
Com o novo contrato, a Módulo incrementa sua carteira de clientes na Europa. A meta da empresa é incrementar em 35% sua receita internacional nos próximos quatro anos, também não revelada o montante deste momento. Para reforçar a atuação no exterior, a empresa acaba de contratar Simon Claridge, novo Diretor Comercial para a área da Europa, Oriente Médio e África.
"Com a plataforma Módulo Risk Manager, organizações como o Allied Irish Bank podem obter uma visão mais holística do risco, através da geração de relatórios de riscos mais precisos, que auxiliam nos processos de Business Intelligence. Isso por que permite a correlação dos dados de vulnerabilidades com o gerenciamento de riscos e compliance”, afirma Claridge, complementando que a ferramenta de compliance do software é personalizada, ou seja, no caso do banco, considera regulamentos do setor financeiro irlandês.
Estudo, contratado pela Organização dos Estados Americanos (OEA), constatou um aumento de até 40% de crimes na Internet entre 2011 e 2012 contra governos da região latino-americana. Brasil não faz parte da pesquisa, mas é considerado alvo maior dos hackers na região.
Detectado pela Microsoft, malware identifica se o computador infectado tem conta ativa na rede social, onde é capaz de mandar mensagens, se juntar a grupos, ‘gostar’ e compartilhar arquivos. Mas a extensão dos “poderes” desse vírus ainda não estão claras.
O país também teve representação expressiva na disseminação dos ataques a linguagem Java no 1º trimestre. Segundo levantamento, no caso do Conficker, 26% dos ataques registrados no mundo saíram do Brasil.
O alvo são os usuários do Android e o ataque começa com o envio de solicitação de instalação de certificação de segurança (SSL) falsa. Objetivo é roubar os códigos de autenticação mTANS (mobile transaction authentication number) e os PINs (personal identification number) das contas bancárias.
Ele está acima do bem e do mal, tem uma carreira a zelar, mas é, sim, o maior responsável, hoje, pelo vazamento de dados e informações relevantes de uma corporação.