Internet Móvel 3G / 4G - Convergência Digital
:: Da redação
Estudo da MasterCard Worldwide sobre pagamento por celular, realizado em 34 países, que, juntos, representam cerca de 85% das despesas das famílias ao redor do mundo, aponta o Brasil na 16ª posição.
O levantamento analisou o cenário nestes mercados e fez uma comparação entre estes ambientes e levou em conta a aceitação em cada um deles, de três tipos de pagamento por celular: entre pessoas, em compras na internet e pagamentos sem contato no ponto de venda.
O Brasil aparece bem no estudo. Na comparação, ficou em 16º lugar, sendo o pagamento de compras pela internet (m-commerce) a forma preferida pelos consumidores brasileiros, seguida pelo pagamento sem contato no ponto de venda.
Em uma escala de 0 a 100, os 34 países registraram um índice médio de 33,2 em relação à aceitação e preparo para adotar pagamentos móveis. Nenhum mercado atingiu o ponto de inflexão (60), o que indica que ainda há muito o que se fazer até que este se torne o principal meio de pagamento adotado pelos consumidores.
Os outros mercados pesquisados na América Latina foram Argentina, Colômbia e México que, juntamente com o Brasil, obtiveram pontuação média de 28,9, quatro pontos a menos do que a média global. As maiores pontuações da região foram a do Brasil (33,4 pontos) e a da Colômbia (32,4 pontos). Veja os principais pontos apurados no levantamento:
No mundo inteiro, a população mais jovem (18-24 anos) é quem apresenta maior disposição para adotar o pagamento móvel frente ao uso do dinheiro em papel moeda ou até mesmo dos cartões;
Na América Latina, este cenário varia de acordo com o mercado e com alguns fatores de consumo:
Colômbia: a disposição do consumidor em adotar esta nova tecnologia aumenta com sua idade, enquanto no México, cresce conforme o aumento do poder de compra do consumidor.
Brasil e México: consumidores conhecem e estão dispostos a adotar pagamentos móveis em igual número;
Argentina: os consumidores estão particularmente mais dispostos a usar pagamentos por celular para fazer transferências e pagamentos pessoa a pessoa.
Facebook, Google e GMail são os aplicativos mais usados, revela pesquisa da Qualcomm. Usário brasileiro está disposto a pagar entre R$ 27 e R$93 a mais na hora de comprar um smartphone em troca de um pacote personalizado de apps.
Os titãs do mercado já sentiram que ficar fora desse jogo não é um bom negócio. Para quem já está nele, o desafio, revela o consultor Eduardo Prado, é buscar soluções que resolvam os problemas do consumidor.