Para o diretor superintendente do Sebrae de São Paulo, Bruno Caetano, é possível entrar em um novo modelo de crescimento com justiça social e respeito ao meio ambiente. Para ele, o momento é ideal para a divulgação dessas ideias.
“É estratégico o aproveitamento de um contingente enorme de empreendedores que estão entrando para o mercado formal, principalmente na figura do Empreendedor Individual”, afirmou ele, durante a 11ª Conferência de Produção Mais Limpa, realizada esta semana na capital paulista.
Nos últimos anos, em todo o Brasil, 2,3 milhões de trabalhadores saíram da informalidade e conquistaram a cidadania jurídica tornando-se empreendedores individuais. Prévia da Rio +20, que será realizada em junho no Rio de Janeiro, a conferência em São Paulo discutiu os desafios da sustentabilidade e da proteção ambiental no século 21.
O Sebrae é parceiro oficial da Rio+20 com o objetivo de sensibilizar o público sobre as oportunidades dos chamados negócios verdes, que têm como foco a sustentabilidade, e de orientar os empreendedores na adoção dessas práticas.
Pesquisa do Sebrae, divulgada recentemente, mostra que grande parte das micro e pequenas empresas já realizam ações sustentáveis como a redução do consumo de água (80,6%) e de energia (81,7%), coleta seletiva de lixo (70,2%) e descarte adequado de resíduos tóxicos (65,6%), a exemplo de solventes e cartuchos de tinta.
Para o presidente do Sebrae, Luiz Barreto, os empresários de micro e pequenos negócios no Brasil, porém, ainda não percebem claramente o benefício de incorporar, no cotidiano da empresa, um maior número de ações relacionadas à gestão sustentável.
“Lucro e sustentabilidade não são contraditórios. Ao mesmo tempo em que economizar água e energia ajuda o planeta, também reduz os custos da empresa, melhora a sua imagem e atrai mais clientes”, completa.
Ministro Marco Antonio Raupp negou declaração de deputado tucano de que só 15% dos recursos para investimentos no MCTI, em 2012, foram efetivamente gastos. Segundo Raupp, a lei orçamentária já autorizou a execução, em 2013, de R$ 12,7 bilhões.
Prazo para submissão dos projetos vale tanto para as empresas iniciantes nacionais e estrangeiras – ao todo haverá R$ 16 milhões em recursos públicos, sendo R$ 8 milhões este ano e R$ 8 milhões em 2014. Do total, R$ 2 milhões para startups de fora do país.
Para o Sinditelebrasil, entidade que representa as teles, a exigência de 3% da receita líquida para dar direito de preferencia em licitações e outorgas é "muito elevado".
Tradicionalmente pouco atendidas pelo mercado financeiro tradicional, as empresas nacionais de TI só teriam a ganhar com o suporte do mercado de capitais.