Em comunicado oficial, publicado nesta quarta-feira, 09/05, no jornal O Globo, a operadora diz que 'é absolutamente falsa a afirmação que mantém base elevada de usuários através de depósitos de R$ 0,01 em chip pré-pago", como informa reportagem do veículo, divulgada nesta terça-feira, 08/05.
De acordo com o comunicado, a TIM informa que 'respeita os princípios de desconexões regulados pela Agência Nacional de Telecomunicações em garantia do usuário, restando à operadora o ônus de pagamento da taxa Fistel devido por cada linha ativa".
A reportagem do jornal O Globo diz que a TIM Brasil estaria sofrendo uma auditoria externa e manifesta o desagravo de acionistas minoritários que pensam em entrar na justiça, caso se constate que tenha havido, também no Brasil, manipulação com a base de clientes da operadora, a exemplo do que apontam as investigações de fraude durante o período que Luca Luciani foi diretor de marketing da TIM na Italia, que estão sendo realizadas pela procuradoria de Milão, e que culminaram na renúncia do executivo aos cargos que ocupava.
Ainda no comunicado, a TIM informa que a sua estratégia da substituição do fixo-móvel segue sendo tocada e revela otimismo com a chegada do 4G no mercado brasileiro. O comando da TIM Brasil será ocupado por Andrea Mangoni, diretor financeiro da Telecom Italia.
A subsidiária brasileira, informa ainda a matéria do Jornal O Globo, está passando por uma auditoria externa - confirmada pela tele. Segundo a TIM, “neste momento há equipe de auditores externos trabalhando como parte das rotinas de controle interno da empresa”.
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É o que indicam o Banco Central e o Ministério da Comunicações ao tratarem da Medida Provisória 615/2013, publicada nesta segunda-feira, 20/5, que dá poderes à autoridade monetária para regulamentar novos “arranjos de pagamento”. Regras deverão estar prontas até o fim do ano. Mas BC fez um alerta às teles: os sistemas terão de se falar e ser o mais aberto possível.
Emissoras de TV levam à Anatel estudo japonês que indica haver muita interferência do 4G na TV Digital. “O edital deve prever que os custos para evitar interferência sejam cobertos pelas teles”, diz o presidente da Abert, Daniel Slaviero.
Secretário de telecomunicações, Maximiliano Martinhão, nega que o governo planeje “doar” o patrimônio vinculado às concessões de telefonia às operadoras, mas também reconheceu que esse é um tema no qual “não existe posição final do Ministério das Comunicações”.