O Brasil está entre os países nos quais o mercado de segurança residencial apresenta maior crescimento no mundo. De acordo com estudo da Frost & Sullivan, o segmento de segurança da informação para o usuário final se manterá aquecido nos próximos anos, é esperado uma taxa média de crescimento anual de 12,4% entre 2010 e 2016.
No ano passado, o segmento apresentou um crescimento de 15,1%, resultando em um faturamento total avaliado em R$ 88 milhões. Até 2016, as expectativas permanecem otimistas, prevendo um faturamento de R$ 154 milhões.
As empresas que tiveram maior destaque dentro deste mercado foram McAfee, Symantec, Trend Micro, Panda Security e Kaspersky, sendo que McAfee e Symantec, juntas, somaram pouco mais de 70% das vendas do segmento de segurança para usuários finais em 2011.
"O mercado de usuários finais brasileiro ainda está muito imaturo, principalmente no que diz respeito ao conhecimento das ferramentas de segurança e sobre a necessidade de soluções de proteção mais robustas. O crescente uso de redes sociais e de serviços online tornam os usuários cada vez mais vulneráveis e o campo ainda mais propício para a atuação de malwares num país que já se encontra dentre os líderes mundiais de ataques maliciosos", adverte Izabela Januário, analista de mercado da Frost & Sullivan.
Soluções de segurança gratuitas ficaram em evidência na amostra analisada, representando mais de 50% dos entrevistados. Identificou-se, também, que na escolha de soluções gratuitas o fator decisivo foi a opinião de outros indivíduos. No caso de soluções pagas este fator foi também o mais relevante, todavia em menor escala, já que os serviços oferecidos e a imagem da marca tiveram um papel importante.
Estudo, contratado pela Organização dos Estados Americanos (OEA), constatou um aumento de até 40% de crimes na Internet entre 2011 e 2012 contra governos da região latino-americana. Brasil não faz parte da pesquisa, mas é considerado alvo maior dos hackers na região.
Detectado pela Microsoft, malware identifica se o computador infectado tem conta ativa na rede social, onde é capaz de mandar mensagens, se juntar a grupos, ‘gostar’ e compartilhar arquivos. Mas a extensão dos “poderes” desse vírus ainda não estão claras.
O país também teve representação expressiva na disseminação dos ataques a linguagem Java no 1º trimestre. Segundo levantamento, no caso do Conficker, 26% dos ataques registrados no mundo saíram do Brasil.
O alvo são os usuários do Android e o ataque começa com o envio de solicitação de instalação de certificação de segurança (SSL) falsa. Objetivo é roubar os códigos de autenticação mTANS (mobile transaction authentication number) e os PINs (personal identification number) das contas bancárias.
Ele está acima do bem e do mal, tem uma carreira a zelar, mas é, sim, o maior responsável, hoje, pelo vazamento de dados e informações relevantes de uma corporação.