Até 2016 quase 9% das adições líquidas da base de telefonia móvel dirão respeito ao uso de dispositivos na comunicação M2M (machine to machine), revela estudo da Pyramid Research. Mas para transformar o potencial de negócios em rentabilidade efetiva, as operadoras terão de criar tarifas flexíveis, adequadas para as verticais interessadas em usar a comunicação máquina a máquina, salienta ainda a consultoria.
O levantamento da Pyramid Research projeta que o volume de conexões de celular para uso de M2M pode aumentar quase quatro vezes, passando de 72 milhões no ano passado para 282 milhões em cinco anos. A América Latina, até em função das dificuldades de conexão e de infraestrutura, é a que apresenta menor ritmo de adesão ao novo serviço, mas com a 4G chegando em países como Brasil, Colômbia e outros, a tendência é que o M2M passe a influenciar a receita das teles.
Segundo dados de mercado, a América Latina fechou 2011 com 6,6 milhões de conexões M2M, com uma tendência de crescimento em torno de 30%/ano até 2016. A evolução de consumo M2M e as oportunidades de negócios na área serão tema do painel "Aplicações Wireless do Futuro", que acontecerá no dia 21 de maio, na Rio Wireless, no Rio de Janeiro.
Além do M2M, o painel destacará NFC, SmartGrid, mHealth e mEducation. Participam do debate, os executivos Gabriel Brown, Senior Analyst, Heavy Reading, Dario Dal Piaz, diretor Latam Ecosystem da Qualcomm eEstanislau Bassols, Diretor-Executivo do Segmento Corporativo, da Vivo. Para maiores informações, acesse: www.riowireless.com.br
É o que indicam o Banco Central e o Ministério da Comunicações ao tratarem da Medida Provisória 615/2013, publicada nesta segunda-feira, 20/5, que dá poderes à autoridade monetária para regulamentar novos “arranjos de pagamento”. Regras deverão estar prontas até o fim do ano. Mas BC fez um alerta às teles: os sistemas terão de se falar e ser o mais aberto possível.
Emissoras de TV levam à Anatel estudo japonês que indica haver muita interferência do 4G na TV Digital. “O edital deve prever que os custos para evitar interferência sejam cobertos pelas teles”, diz o presidente da Abert, Daniel Slaviero.