O ex-presidente-executivo do Google, Eric Schmidt, testemunhou em corte nesta terça-feira, 24/04, alegando que não lembra se funcionários de sua empresa haviam informado a ele em 2005 que a companhia teria de pagar por uma permissão da Sun Microsystems para utilizar a linguagem de programação Java.
A Oracle processou o Google em agosto de 2010, dizendo que o sistema operacional Android, do Google, infringia seus direitos autorais e patentes relativos à linguagem de programação Java. O Google respondeu dizendo que não viola as patentes da Oracle e que ela não pode licenciar certas partes do Java, uma linguagem "open source", isto é, de código aberto.
Schmidt, que foi presidente-executivo do Google por dez anos antes de assumir o cargo de presidente do conselho no ano passado, foi a última testemunha da Oracle. O Google convocou-o então novamente como sua primeira testemunha de defesa. Antes de se juntar ao Google, Schmidt foi vice-presidente de tecnologia da Sun Microsystems, que desenvolveu o Java. A Oracle adquiriu a Sun por 7,4 bilhões de dólares em 2010.
Sob questionamentos pelo advogado da Oracle, David Boies, a Schmidt foi mostrada uma apresentação de 2005 aos executivos do alto escalão do Google, em que dizia que o Google "precisa" adquirir a permissão da Sun. Entretanto, Schmidt disse que não se lembrava se o incidente se deu dessa maneira. Schmidt também reconheceu dizer que o Google derivava receita suficiente de anúncios no Android para financiar o sistema operacional e "muito" mais.
"A meta era conseguir o máximo possível de usuários numa nova plataforma que pudesse explorar a internet", disse Schmidt a respeito do Android. O julgamento, que deve durar pelo menos oito semanas, foi dividido em três fases: responsabilidade por copyright, alegações de infração de patentes, e danos.
Em uma etapa anterior do caso, as estimativas de possíveis danos contra o Google foram de até 6,1 bilhões de dólares. Mas o Google conseguiu limitar parte das alegações de infração de patentes da Oracle e reduziu possíveis indenizações. A Oracle busca cerca de 1 bilhão de dólares em danos contra direitos autorais.
O júri tomará sua decisão baseando-se apenas em responsabilidade por copyright antes de ouvir evidências relativas à violação de patentes. O juiz distrital William Alsup pode também decidir sobre algumas das questões sobre direitos autoriais.
O diretor das áreas Industrial e de Mercado de Capitais da instituição, Julio Ramundo, admitiu que a participação do setor privado nacional nos investimentos em P&D permanece abaixo da média mundial. Em algumas economias, o investimento privado nessa área supera 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.Já o setor privado no Brasil investe somente 0,6% do PIB.
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
Evento, agendado para 17 a 19 de setembro, discutirá o uso da norma 29110, da ABNT voltada para certificar o desenvolvimento de software por pequenas empresas. Também debaterá o impacto da CERTICs, instrumento criado pelo governo Dilma com intuito de melhorar a competitividade das empresas nacionais. O 'torcedor digital' ganha espaço.
Empresa, do grupo Globalweb Corp, planeja ampliar presença no Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e interior de São Paulo através de alianças comerciais, revela Adriano Vieira, COO da Compusoftware.