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Oi promete IPTV em multiplataformas para o 3º tri no Rio e em BH

:: Ana Paula Lobo, do Rio de Janeiro
:: Convergência Digital :: 17/04/2012

A Oi planeja ser a primeira operadora no país a ofertar IPTV, depois da aprovação da nova Lei do Cabo. A concessionária planeja lançar o serviço no final do 3º trimestre nas cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O serviço é uma das grandes apostas da concessionária para reforçar presença junto ao mercado residencial de maior poder aquisitivo. Ideia é ter a programação da TV simultaneamente nos smartphones e tablets para marcar a ideia de operadora convergente.

Os planos da Oi foram divulgados nesta terça-feira, 17/04, durante o Investor Day, realizado no Rio de Janeiro. No planejamento, a tele se compromete a investir R$ 24 bilhões - uma média de R$ 6 bilhões/ano. Em 2011, por exemplo, a Oi aportou R$ 5 bilhões. Valim, que assumiu o comando da Oi em agosto do ano passado, salientou que a Oi sofreu nos últimos dois anos, as 'dores' de ter comprado a Brasil Telecom -uma empresa tão grande como a Oi - e de ter apostado no mercado de São Paulo.

"Tudo isso mexeu com a organização, com as estruturas. Não foi fácil, mas temos um ativo sem igual. Vale lembrar que temos, hoje, 115 mil kms de rede - três vezes maior do que de qualquer concorrente. Nosso valor seria de R$ 50 bilhões, se levarmos em conta o quanto que a nossa rival pagou na compra da Atimus (empresa da AES, referindo-se à TIM, que comprou a rede por R$ 1,6 bilhão)", atiçou Valim.

No planejamento estratégico - que será apresentado também na Bolsa de Nova York, na quinta-feira, 19 - a tele revela que planeja superar os 100 milhões de Unidades Geradoras de Receita (UGRs) até 2015, com crescimento de 10% em relação ao total de 75,9 milhões esperado no final de 2012. Entre os segmentos de negócios, a maior taxa de expansão deverá ser registrada no segmento Empresarial/Corporativo, com aumento de 13% em 2015; seguido pelo de Mobilidade Pessoal, com 12% e o Residencial, com 11%.

IPTV - Um marco em 2012

Sem dúvida alguma, um dos pilares da Oi será a oferta de IPTV. O diretor de Novos Negócios da Oi, Pedro Ripper, sustenta que a operadora será a primeira concessionária a oferecer comercialmente o produto. Ideia é lança-lo no final do terceiro trimestre nas cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, para depois expandir para a área de cobertura da Oi.

Uma das primeiras medidas para viabilizar o negócio é a duplicação da capacidade de transmissão dos 115 mil Kms de rede da concessionária. "A ideia é oferecer acessos de alta velocidade - acima de 200 Mbits - e telefone ilimitado. Além disso, o conteúdo estará acessível nos tablets, nos smartphones. Enfim, haverá interatividade e para isso precisamos de infraestrutura robusta", detalha o executivo da Oi.

Para a oferta do serviço, a tele, acrescenta ainda Ripper, já homologou fornecedores de conversores, entre eles, a Cisco. A plataforma escolhida foi a da Microsoft, utilizada pela Meo, da Portugal Telecom,acionista da Oi. "A PT e a AT&T são os melhores exemplos que temos de IPTV nos moldes que planejamos ofertar aqui".

Sem querer revelar preço do serviço ao consumidor, Ripper assume que o IPTV será, sim, um produto para o assinante de maior poder aquisitivo. Proposta da empresa é alcançar 2,5 milhões de clientes até 2015. A Oi planeja ainda ter 1,5 milhão de domicílios cobertos com Fiber-to-the-Node (FTTN), que permite outras soluções de banda larga como VDLS e ADSL2, que eventualmente também poderão vir a ser utilizados para a oferta de IPTV.

Rede, aliás, foi um ponto-chave, na apresentação de Valim. "Fala-se muito que a rede da Oi é velha. Não é. Hoje, 80% da nossa rede já é baseada em IP. 70% das nossas conexões acontecem por DSLAM IP. Temos NGN. Não estamos defasados como afirmam", disse, mais uma vez, referindo-se aos rivais.

A aposta em maior infraestrutura de rede está ligada à demanda de consumo de dados. A Oi acredita que esse potencial poderá quintuplicar no país nos próximos quatro anos. E se diz preparada para enfrentar essa nova exigência. "Não entendo quem reclama do consumo maior de dados. Essa é a nossa razão de ser. Quem reclama é porque não tem musculatura para entrar nesse jogo de Telecom", completou Valim.

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