A Comissão Europeia lançou uma consulta pública sobre a Internet das coisas (IdC), que receberá contribuições até 12 de julho . O objectivo é garantir o respeito dos direitos dos cidadãos. A "Internet das coisas promoverá um futuro no qual objetos de uso cotidiano, como os celulares, os automóveis, os eletrodomésticos, vestuário e, até mesmo os alimentos, possam ser conectados à Internet e partilham dados"
A Comissão Europeia pretende saber qual o quadro necessário para potencializar os potenciais benefícios económicos e sociais da Internet das coisas, assegurando, ao mesmo tempo, um controle adequado dos dispositivos que recolhem, tratam e armazenam informações.
Atualmente, segundo dados, um cidadão comum tem, no mínimo, dois objetos ligados à Internet. Há projeções que , em 2015, esse número suba para sete e que, em todo o mundo, haja 25 mil milhões de dispositivos ligados sem fios. Em 2020, esse número poderá ser o dobro, e chegar a 50 mil milhões.
"Quero promover uma Internet das coisas que ajude a realizar os nossos objetivos económicos e sociais, preservando, ao mesmo tempo, a segurança, a privacidade e o respeito dos valores éticos", ressaltou a vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes.
É o que indica a primeira divulgação do programa de medição da qualidade das conexões, por enquanto restritas aos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Apesar do resultado, presidente da agência, João Rezende, é cauteloso. “Estamos falando de três estados de maior desenvolvimento. Vamos aguardar os outros".
No Brasil para a conferência WWW2013, no Rio de Janeiro, o físico inglês Tim Berners-Lee, que em 1989 desenvolveu o que se tornaria a world wide web, conclamou os brasileiros a adotarem a proposta de “direitos humanos” representada pelo projeto de lei. “Precisamos de algo que reforce a neutralidade de rede em benefício dos usuários”, afirmou.
Estudo encomendado pela Ofcom, o regulador britânico de telecomunicações, mostra que os internautas que mais baixam conteúdos “ilegais” são também os que gastam três vezes mais com arquivos legalizados do que aqueles que nunca “pirateiam”.
Nesta segunda-feira, 13/5, o editor chefe da Bloomberg News admitiu que os repórteres da empresa tinham acesso a informações pessoais dos clientes dos ‘Terminais Bloomberg” – uma espécie de computador que se espalhou no mundo financeiro na década de 1990 que traz informações de mercado.