A nova geração das telecomunicações móveis chegará ao Brasil em um ano, pelo menos nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza – e provavelmente ainda em Recife e Salvador. São as cidades sede da Copa das Confederações.
Essa nova geração, chamada de 4G ou LTE (do inglês Long Term Evolution) tem como principal chamariz a capacidade de transmitir dados a velocidades muito superiores àquelas alcançadas atualmente no 3G. Em tese, picos de 100 Mbps para operações em bandas de 20 MHz.
Pelo cronograma do edital da faixa de 2,5 GHz – a frequência que será utilizada pelos serviços 4G – até o fim de 2013 essa lista de cidades será ampliada para Cuiabá, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo, que juntamente comas seis primeiras completam as sedes e subsedes da Copa do Mundo de 2014.
Apesar da exigência de um ritmo acelerado de implantação do serviço, a meta de cobertura nessas cidades sedes e subsedes será um pouco diferente. Como regra geral, a Anatel considera que uma cidade está atendida quando tem cobertura de 80% de sua área. Nessas, será aceito o percentual de 50%.
Antes do início da Copa, em junho, porém, todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes também deverão contar com ofertas de serviços em LTE. Até o fim de 2015 e 2016 serão incluídos os municípios com até 200 mil e 100 mil habitantes, respectivamente.
No caso das cidades menores – de 30 mil a 100 mil habitantes – as empresas deverão, no mínimo, ampliar suas redes para que possam oferecer os serviços de 3G. Vale lembrar que parte dessa cobertura já estava prevista ainda no leilão da terceira geração, cujo cronograma continua em andamento (vai até 2018).
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A quarta edição da revista eletrônica do portal Convergência Digital reúne matérias especiais sobre temas que estão na agenda do setor - crimes na Internet; computação na nuvem; carreira e compras públicas. Boa leitura!
Emissoras de TV levam à Anatel estudo japonês que indica haver muita interferência do 4G na TV Digital. “O edital deve prever que os custos para evitar interferência sejam cobertos pelas teles”, diz o presidente da Abert, Daniel Slaviero.
Secretário de telecomunicações, Maximiliano Martinhão, nega que o governo planeje “doar” o patrimônio vinculado às concessões de telefonia às operadoras, mas também reconheceu que esse é um tema no qual “não existe posição final do Ministério das Comunicações”.
Motorola aparece como a empresa com maior número de queixas e uma das que menos soluciona os problemas dos clientes. Nokia e Samsung aparecem na segunda e terceira posições.