Home - Convergência Digital
RSS Assine gratuitamente as nossas newsletters Quem faz o Convergência Digital Fale conosco Anuncie aqui
Cloud Computing CD TV Carreira Blog Capital Digital



Home - Telecom

Telefônica/Vivo integra operações de TI em data center de R$ 400 milhões

:: Fernanda Ângelo
:: Convergência Digital :: 12/04/2012

Depois de 18 meses de trabalho para integração de equipes e transformação da empresa, a Telefônica lançou nesta quinta-feira, 12/04, a Vivo como marca nacional também de seus serviços de telefonia fixa, internet e TV por assinatura. O anúncio acontece no momento em que o Brasil, país no qual a Telefônica atua há mais de 13 anos, se transforma no maior mercado da empresa em todo o mundo: as operações brasileiras bateram a marca de 90 milhões de acessos.

“É a maior quantidade de clientes entre os 25 países nos quais a companhia atua”, afirma Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica/Vivo. Também está no Brasil, o maior contingente de empregados diretos entre as localidades nas quais mantém operações: são mais de 106 mil profissionais.

O executivo diz que entre 1998 e 2011, a Telefônica investiu no Brasil R$ 102,9 bilhões em aquisição de ativos (participações em empresas e licenças) e R$ 62,9 bilhões (Capex) em ampliação em modernização das redes destas empresas e inovação em produtos e serviços. E acrescenta que a previsão de investimentos da empresa no País para o período de 2011 a 2014 é de outros R$ 24,3 bilhões.A adoção da marca comercial Vivo segue a estratégia global do grupo, que utiliza outras marcas para seus produtos e serviços nos 25 países onde atua: MoviStar (América Latina e Espanha) e O2 (Europa, exceto Espanha). “Estamos trazendo a estratégia para o mercado local. Com a diferença que utilizaremos uma marca brasileira”, observa Valente.

“O reposicionamento da marca ocorre em um momento em que a nossa rede de voz e internet móvel 3G está presente em mais de 2,7 mil cidades brasileiras”, contabiliza Paulo Cesar Teixeira, diretor geral da Telefônica|Vivo. “Além disso, em 25 Estados (incluindo o Distrito Federal), nossa rede está equipada com a tecnologia HSPA+. É o 3G Plus, com velocidade de navegação, por meio de modems e smartphones, três vezes maior do que a oferecida pela tecnologia convencional”, completa o executivo. Um dos pontos relevantes da integação foi a construção de novo data center, que entrará em operação ainda este mês. Nele estarão integradas pela primeira vez as infraestruturas de TI das operações fixa e móvel, com investimentos da ordem de R$ 400 milhões.

A rede móvel da Vivo já é utilizada em 140 cidades de oito Estados brasileiros (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e Goiás) para oferecer telefonia fixa (Vivo Fixo) e internet (no Vivo Box, que também inclui serviço de voz). “Entre os clientes que estão adquirindo estes novos serviços, 60% preferem a solução integrada. Nos próximos meses, vamos ampliar essa cobertura nacional com outros serviços Vivo e também anunciar ao mercado mais ofertas sinérgicas”, acrescenta Teixeira.

As mudanças passam a valer ainda este mês. A partir do dia 15 de abril, todos os serviços da Telefônica trarão a marca Vivo em seu nome. O Speedy, por exemplo, passa a ser comercializado como Vivo Speedy. O nome Telefônica desaparece de faturas e material de comunicação, as 131 lojas físicas ganham novo visual e os serviços de call center passam a atuar de maneira unificada, sob a bandeira Vivo. Apesar das novidades todas, Valente garante que a mudança será transparente para os clientes. “Na prática, nada mudará para ele”, afirma.

Iniciado há dezoito meses, o processo de mudança da marca está exigindo a participação de toda a empresa. No total, 117 mil pessoas (empregados e prestadores de serviços) passaram por treinamento relacionado à mudança. Entre eles, 37 mil atendentes dos call centers, 44 mil da força de vendas e 32 mil técnicos que cuidam da rede externa no Estado de São Paulo. Os uniformes dos técnicos e os 15 mil carros por eles utilizados também ganharam novo visual com a marca Vivo.

Uma campanha nacional de reposicionamento da marca Vivo como sinônimo de serviços completos em telecomunicações estreia neste domingo (15/04). Uma primeira fase dessa campanha, restrita a São Paulo, já comunicou aos clientes a adoção das marcas Vivo Fixo, Vivo Speedy e Vivo TV para os principais serviços oferecidos anteriormente com a marca Telefônica no Estado.

A Central de Atendimento vai operar agora de forma convergente para usuários que possuem serviços móveis e fixos, independentemente do número de acesso utilizado pelo cliente: 103 15 (fixa) e *8486/1058 (móvel). As faturas dos serviços fixos e móveis continuam separadas, ambas trazendo a identificação Vivo. As novas faturas já estão sendo recebidas pelos clientes.

Enviar por e-mail   ...   Imprimir texto
 


:: Leia também:

:: 30/03/2015 15:45
Ataques DDoS multiplicam e incidentes superam a casa de 1 milhão no Brasil

:: 30/03/2015 10:40
Empresa nacional busca lugar na prevenção aos ataques cibernéticos

:: 26/03/2015 18:10
Brasil precisa produzir hardware e software em Telecom

:: 26/03/2015 16:40
Governo quer 100 milhões de novos acessos banda larga até 2018

:: 26/03/2015 14:11
STJ decide que Google só fornece IP se ofendido apresentar URLs

:: 26/03/2015 10:24
Lei das Antenas passa e prevê licenciamento automático após 60 dias

:: 26/03/2015 07:25
TV Digital: Teles e TVs comerciais pressionam por conversor mais barato

:: 25/03/2015 19:00
Amos Genish, da GVT, vai assumir o comando da Vivo/Telefônica no Brasil

:: 25/03/2015 17:40
Apenas 1,9% dos acessos fixos no Brasil têm velocidade acima de 10 Mbps

:: 25/03/2015 11:33
Aldo Rebelo, do MCTI, diz que TI não será excluída do ajuste fiscal




Outras matérias desta seção:

ANTERIOR
TIM/Intelig aquecem a disputa pelo mercado corporativo

PRÓXIMA
Teles investiram R$ 21,7 bilhões em 2011



Cobertura Especial Futurecom 2014
5G: tudo é uma questão de dinheiro e poder

Fornecedores venderam durante o Mobile World Congress a chegada do 5G em 2020, mesmo sem uma discussão efetiva de padronização. E a razão é simples: é preciso rever o modelo do ecossistema de infraestrutura de rede. Vender mais e com qualidade para sobreviver à mudança. Para as teles, o momento é de repensar estratégias. As OTTs incomodam e impõem mudanças.

Cobertura Especial World Mobile Congress 2015Veja mais da cobertura do World Mobile Congress 2015


Brasil precisa produzir hardware e software em Telecom

"Somos o 5º mercado consumidor do mundo de serviços de telecom, mas precisamos ir muito além", sustentou o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini. Ele criticou o sistema tributário. "Precisamos de um pacto para superar esse malfadado sistema de cobrança de ICMS, essencial para os Estados, mas desagregador na economia".


Lei das Antenas passa e prevê licenciamento automático após 60 dias

Aprovado pelo Senado, o projeto também resolve a adequação de milhares de torres e abre espaço para uma regulamentação específica para o que chama de “infraestrutura de telecomunicações de pequeno porte”, que não precisarão de licenças para serem instaladas.


Amos Genish, da GVT, vai assumir o comando da Vivo/Telefônica no Brasil

Antonio Carlos Valente vai para a presidência do Conselhor de Administração. O CEO, Paulo Cesar Teixeira, sai da empresa.

» Com condicionantes, CADE aprova compra da GVT pela Telefônica

CADE diz que acordos entre teles e OTTs podem afetar competição

“Em contratos como o acesso via telefone celular a aplicativos, dependendo do tipo de aprisionamento, das cláusulas de competitividade, se restringir o acesso a uma OTT dominante por outra operadora pode ser problema”, diz o presidente do órgão antitruste, Vinícius de Carvalho.




Sob pressão, empresas admitem descuido com os seus apps

Usuário exige rapidez na entrega e empresas não testam aplicações como deveriam.

» Investimentos em 4G vão superar os US$ 193 bilhões na América Latina


Automação inteligente - reduzindo a complexidade e os custos da rede
:: Por Nelson Wang*

Cobertura em vídeo do Convergência Digital

Veja as coberturas especiais do Convergência Digital



Veja edição 11 da Revista Abranet - Assossiação Brasileira de Internet REVISTA ABRANET . 11

Na discussão sobre o que vai prevalecer — fibra óptica ou rádio — na construção das infraestruturas, vence quem souber explorar o que cada tecnologia tem de melhor a oferecer.

Veja também: Cidades Digitais: Governo convoca provedores; A transição da IANA foi destaque no ICANN#51; Billing das coisas: quando cobrar certo será o diferencial; e muito mais.

Clique aqui para ver outras edições

VII Seminário TelComp 2014 - Cobertura especial do Convergência Digital
Banco Mundial: Empresas brasileiras estão atrasadas no uso das TICs

Instituição está fazendo um estudo global para avaliar o impacto da economia digital, que será conhecido no 2º semestre de 2015. Mas já dados coletados. Entre eles, um significativo: As mulheres são as grandes beneficiadas pelo maior uso das TICs
CDTV Banda larga: Teles erram e Anatel fala em controle de danos
CDTV TelComp: Precisamos criar uma nova GVT no Brasil
Clique aqui e veja a cobertura completa do evento




Convergência Digital no Facebook Convergência Digital no Twitter RSS do Convergência Digital Newsletters do Convergência Digital
Copyright © 2005-2015 Convergência Digital
Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site.
Este Sítio Web é acessível via IPv6!