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LinkedIn: Brasileiro tem mais medo de negociação

IT Careers - Convergência Digital
:: Da redação - 03/04/2012

O LinkedIn, rede professional com mais de 150 milhões de usuários, sendo sete milhões no Brasil, divulgou hoje estudo sobre o comportamento de profissionais frente a negociações de carreira, como pedir por um aumento ou fechar um negócio, em cinco categorias: medo, ansiedade, confiança, empolgação e indiferença. Profissionais brasileiros apresentaram a maior porcentagem de participantes que admitiram sentir medo para negociar (21%).

Globalmente, 35% das pessoas reportou sentir ansiedade ou medo sobre negociação. Trinta e quatro por cento são confiantes, enquanto 10% diz que negociações são empolgantes e 10% é indiferente com relação à atividade. Apesar de registrar o maior índice no quesito medo em oito países nos quais o LinkedIn conduziu a pesquisa, o Brasil foi o terceiro mais confiante (38%).

O país também ficou em sétimo lugar como o mais ansioso, com 20% dos profissionais ansiosos com relação ao ato de negociar. Doze por cento sente-se empolgado com a atividade, colocando o Brasil em terceiro lugar em comparação aos demais países pesquisados. Adicionalmente:

•         Alemães têm a visão mais positiva sobre negociação, com a taxa mais alta de participantes reportando que se sentem empolgados (21%) e representam o segundo lugar no ranking para mais confiantes (43%).

•         A Índia aparece como o país mais confiante com relação à negociação, com 47%.

•         Professionais dos Estados Unidos são os mais ansiosos com relação à negociação (39%).

•         Participantes da pesquisa na Coreia do Sul aparecem como os mais indiferentes com relação à negociação (21%).

O LinkedIn conversou com mais de dois mil profissionais no mundo todo para a pesquisa. O estudo mostra uma correlação direta entre ser um usuário mais frequente do LinkedIn e se sentir mais confortável com o ato de negociar. Quarenta e oito por cento dos profissionais que visita o LinkedIn diariamente admitiu sentir confiança na hora de negociar, enquanto apenas um terço dos profissionais que visita a rede menos de cinco vezes por mês sente a mesma confiança.

O estudo também indica que, globalmente, os homens se sentem mais confiantes para negociar que as mulheres, com 37% dos homens dizendo que se sente confiante em comparação a apenas 26% das mulheres.

O LinkedIn entrevistou mais de 300 profissionais no Brasil. Quando solicitados a comparar a negociação com diferentes situações, os brasileiros sentem que negociar é similar a um jogo de tênis (28%), no qual dois jogadores em condições iguais competem em uma partida organizada. Após várias rodadas, um é nomeado o vencedor.  Vinte e quatro por cento dos participantes acreditam que negociar é mais parecido com dança, na qual dois parceiros executam passos coreografados. Outros creem que negociar no Brasil se assemelha a um jogo de poker (16%), no qual jogadores (alguns conhecidos outros não) são forçados a realizarem jogadas com base em informações incompletas.

Diferentes táticas, como blefar, podem levar à vitória ou derrota. A menor porcentagem (5%) foi para os brasileiros que comparam a negociação a uma tourada, na qual dois oponentes com diferentes estilos e forças se encontram em um conflito desorganizado até que um, inevitavelmente, acabe com o outro.


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