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Smartphones: No Brasil, homens dominam busca por aplicativos

Convergência Digital - Carreira
Convergência Digital - 02/04/2012

Um novo estudo do ConsumerLab, laboratório de pesquisas de comportamento da Ericsson, identificou que o uso de smartphones é diferente entre mulheres e homens. Enquanto as mulheres utilizam mais os serviços de comunicação, como voz, e-mail e SMS, os homens preferem os serviços de entretenimento e estão mais dispostos a experimentar novos serviços como o VoIP (Voz sobre IP).

O estudo destaca que a utilização de smartphones é alta durante todo o dia, assim como da internet. No Brasil, enquanto 36% dos homens pesquisados utilizam seus smartphones para jogar, entre as mulheres esse número cai para 16%. São os homens também os que assistem mais TV, vídeos e escutam música pelo celular. Além disso, são eles que dominam o download de aplicativos com mais que o dobro da frequência que o público feminino.

O quadro se inverte em relação à atividade de tirar fotos. Enquanto aproximadamente 80% das brasileiras participantes da pesquisa afirmam utilizar o dispositivo para esta função, somente 60% dos homens fazem uso do mecanismo. Porém, são eles os líderes no envio e recebimento de imagens, MMS e fotos.

Julia Casagrande, especialista do Ericsson ConsumerLab e uma das responsáveis pelo estudo no Brasil, diz: “Com a introdução dos smartphones no mercado, a internet passou a ter uma relação natural com os usuários em vários segmentos de consumo, gerando uma relação de codependência. Hoje, mais de 40% dos usuários de smartphones no Brasil já utilizam o dispositivo para navegar na internet e 33% para acessar as mídias sociais diariamente”.

Para o acesso das redes sociais, o aparelho é mais utilizado entre os homens, que preferem realizar o acesso quando em trânsito, no período da tarde e no final do dia. As mulheres lideram os acessos das redes sociais no período da manhã, antes mesmo de sair da cama, durante o almoço e novamente na cama antes de dormir. Dessa maneira, os smartphones têm impactado diretamente na frequência com que os serviços são utilizados, em comparação ao uso de computadores e celulares comuns.

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