O ITI - Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - responsável pelo Sistema Nacional de Certificação Digital, no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil - decidiu trocar de sistema operacional, baseado no software livre. Sai o Mandriva e entra o Ubuntu. De acordo com o coordenador-geral de Planejamento, Orçamento e administração, Júlio César Pereira, a atualização foi necessária.
“Migramos do Mandriva para o Ubuntu, plataforma mais robusta e atualizada e que atende a política do Governo Federal de utilizar softwares livres. Já houve testes realizados pelos setores de informática e auditoria, cujos resultados atestam a segurança e a capacidade operacional do Ubuntu”.
A chefe de Gabinete do ITI, Adriana Fetter, confirma a avaliação do coordenador-geral. Fetter já utiliza o Ubuntu em sua estação de trabalho e diz se tratar de um sistema bastante prático e corporativo. “O Ubuntu é uma versão de sistema operacional mais intuitivo e mais interativo. Acredito que as melhoras serão sentidas à medida em que os colegas trabalho estiverem familiarizados com essa versão do sistema”, destaca.
Para o analista de Tecnologia da Informação do ITI, Halisson Gomides, haverá maior produtividade na manipulação da informação por parte dos usuários, reduzindo assim as solicitações de suporte. “Essa mudança traz em seu cerne o remodelamento da disposição das informações institucionais a partir de uma padronização, promovendo desta forma maior organização do ambiente digital corporativo”, destaca.
De acordo com Gomides, as otimizações também alcançarão os profissionais que prestam serviços de suporte de rede e helpdesk no ITI. “Os profissionais terão melhores condições de gestão e operação. Prevemos um impacto positivo no tempo de resolução de problemas, além de preparar nosso ambiente com vistas à plena adesão à nossa Política de Segurança da Informação e Comunicações (POSIC) recém-publicada”, diz.
A migração do sistema operacional é uma das premissas do plano de ações para renovar a estrutura tecnológica do ITI. Também estão em curso alterações nas políticas de identificação virtual e maior autonomia na administração de conteúdos compartilhados pelos diversos setores do Instituto.
Para a especialista em Regulação de Telecomunicações da Anatel, Rosa Maria Pinto Amaral, não há como garantir 100% de qualidade nos serviços de telefonia móvel, num setor que saltou de 35 milhões de acessos em 2002 para 262 milhões de acessos segundo os dados deste ano da agência. "Como consumidora também tenho insatisfação".
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
A recomendação foi feita pelo evangelizador de novas tecnlogias da IBM Brasil, Cezar Taurion. Hoje, apontou ele, o gestor de Tecnologia perde voz para executivos de Marketing e de Negócios e está fora do top 5 na tomada de decisão dos negócios.
Em 2012, os bancos gastaram R$ 20,109 bilhões em TIC, sendo 40% considerados investimentos para a criação de novos serviços. No país, as instituições financeiras responderam por 15% de todo o gasto com TIC.
Com 488 metros quadrados, a nova sala-cofre protegerá dados de água, fogo e radiação eletromagnética. “O que estiver dentro dela, está a salvo”, garante Cesar Cinelli, gerente da Divisão de Manutenção (Dima) da Dataprev.
Serviços bancários desenvolvidos para os tablets não param de crescer no mundo e, em 2017, cerca de 200 milhões de usuários vão fazer suas transações pelo dispositivo, apura estudo da Juniper Research.
"As grandes habilidades dos jovens até 2020 serão o pensamento crítico, a criatividade e a conexão", preconiza a cientista e educadora, Martha Gabriel.
Por engajamento ou por pressão se adaptar e garantir sustentabilidade à gestão corporativa é,hoje, uma missão dos gestores de TI. Pensar em soluções práticas, ágeis e econômicas é ordem do dia.