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Construção civil ganha aplicativo nacional na nuvem

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:: Fabio Barros :: 04/04/2012

A Teclógica, empresa catarinense especializada em prestação de serviços de TI, está ampliando seus horizontes de atuação. A companhia anunciou esta semana, em São Paulo, o lançamento de seu primeiro aplicativo próprio, o Mobuss, solução de mobilidade corporativa específica para o mercado de construção civil, por enquanto.

De acordo com Luiz Carlos Mesquita, diretor comercial da Teclógica, o produto nasceu da especialização da companhia. “Temos uma fábrica de software e uma área de suporte que hoje atendem mais de 20 mil usuários na América Latina e muito do nosso trabalho envolve sistemas satélites aos ERPs e, destes, quase todos envolvem mobilidade”, explica.

Com a crescente convergência de equipamentos e o aumento da confiabilidade da tecnologia 3G, a empresa achou que era momento de ter um produto próprio. “O Mobuss é fruto de R$ 1,2 milhão de investimentos em desenvolvimento. Nosso primeiro desafio foi criar uma plataforma que desse ao usuário a mesma experiência, online ou off-line”, lembra Adriana Bombassaro Alexandre, diretora de produtos da Teclógica.

O foco na área de construção civil foi definido depois um trabalho conjunto realizado com a Fundação Dom Cabral, e que identificou o segmento como um dos mais carentes em termos de uso de TI, principalmente nos canteiros de obra. O resultado é um produto com foco no gerenciamento de equipes de campo e que hoje pode ser comprado nos módulos Apontamento de Produção, Controle de Materiais, Qualidade e Segurança.

Adriana explica que o produto nasce com integração nativa com os principais sistemas de gestão utilizados no setor, como o Proteus, da Totvs. “Nosso foco são construtoras de médio e grande porte”, diz. De acordo com o plano de negócios da empresa, os grandes clientes serão atendidos diretamente pela Teclógica e os pequenos e médios, por meio de parceiros.

Para adequar-se aos dois públicos, o Mobuss será comercializado nos modelos on-premise e SaaS (Software como serviço), hospedado em nuvens de parceiros. “O modelo SaaS vai permitir que ele seja usado por pequenas e médias construtoras e também pelo período em que durar a obra, independente do tamanho da construtora”, explica Mesquita.

A expectativa da Teclógica é que, este ano, o Mobuss represente R$ 4 milhões em vendas, o que significaria uma contribuição de 30% para o crescimento da companhia. “Nosso objetivo é fechar o ano com 47 projetos, a maioria deles no Sudeste e Nordeste, que é onde está a maior parte das construtoras”, diz Adriana.

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