A arrecadação da Mega-Sena pelo Internet Banking CAIXA (IBC) atingiu em março a marca de R$ 10 milhões em vendas. Disponível desde abril do ano passado, o serviço já obteve cerca de 1,5 milhão de acessos. Os clientes que utilizam a internet para realizar suas apostas são aqueles que querem apostar com mais conveniência e comodidade dentro do ambiente seguro do IBC.
Para o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da CAIXA, Fábio Cleto, essa marca expressiva demonstra que o brasileiro gosta da facilidade da internet e se sente confortável e seguro em apostar na Mega-Sena por esse novo canal.
“A CAIXA tem como objetivo disponibilizar o acesso às apostas pela internet para todos os brasileiros, independente da vinculação a uma instituição financeira, ainda em 2012. Estamos trabalhando fortemente para inovar cada vez mais na operação das loterias federais”, diz Cleto.
Somente no mês de fevereiro deste ano, o montante das apostas pelo IBC foi superior a dos estados de Roraima, Amapá e Acre. O crescimento pode ser medido pela participação na arrecadação total do produto que, em maio de 2011, foi 0,17% e, neste mês, 0,41%, consolidando como uma promissora fonte de arrecadação das loterias.
Como apostar pela internet:
As apostas online são apenas para a Mega-Sena, e podem ser feitas pelos titulares de contas correntes pessoa física na CAIXA, devidamente cadastrados no IBC, com limite de apostas no valor máximo de R$ 100 por dia. O cliente acessa o menu loterias, na sua página e escolhe as dezenas na tela do próprio computador.
Após escolhidos os números, o sistema gera uma aposta que é imediatamente debitada de sua conta corrente. O serviço está disponível das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios (quartas e sábados), quando as apostas encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte. Os valores das apostas são os mesmos praticados nas lotéricas.
No Brasil para a conferência WWW2013, no Rio de Janeiro, o físico inglês Tim Berners-Lee, que em 1989 desenvolveu o que se tornaria a world wide web, conclamou os brasileiros a adotarem a proposta de “direitos humanos” representada pelo projeto de lei. “Precisamos de algo que reforce a neutralidade de rede em benefício dos usuários”, afirmou.
Estudo encomendado pela Ofcom, o regulador britânico de telecomunicações, mostra que os internautas que mais baixam conteúdos “ilegais” são também os que gastam três vezes mais com arquivos legalizados do que aqueles que nunca “pirateiam”.
Nesta segunda-feira, 13/5, o editor chefe da Bloomberg News admitiu que os repórteres da empresa tinham acesso a informações pessoais dos clientes dos ‘Terminais Bloomberg” – uma espécie de computador que se espalhou no mundo financeiro na década de 1990 que traz informações de mercado.
Não é apenas o poder público que está criando regras rígidas para o uso das redes sociais no ambiente de trabalho. Pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial - Aberje - revela que grandes conglomerados nacionais optaram pela estratégia radical de não ter nenhum vínculo com o facebook, rede que tem a adesão de mais de 70 milhões de brasileiros.
Tratar as informações de acordo com a sua importância e evitar, a todo custo, congestionamento como forma de garantir a qualidade de serviço é tarefa essencial para evitar congestionamentos e paradas de redes.