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Cybercrime: Empresas brasileiras são reativas e falham na prevenção ao risco

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:: Convergência Digital :: 27/03/2012

Os riscos de fraudes na segurança de computadores ou redes empresariais vêm crescendo consideravelmente no Brasil e no mundo. O que antes era apenas um ato de vandalismo, com a sofisticação das fraudes pela internet, tornou-se um crime que preocupa as empresas e governos por trazer prejuízos enormes. Estas são algumas das conclusões do estudo que a Deloitte está lançando, o “Risk Intelligent governance in the age of cyber threats”. O estudo aborda o diálogo crucial no aumento da segurança das redes empresariais.

O levantamento constata que os ataques cibernéticos podem prejudicar um negócio de várias formas, desde a simples vandalização do site, chegando até ao desligamento de redes ou fraudes e roubo de propriedade intelectual. O impacto financeiro pode ser significativo: segundo o estudo da Ponemon Institute, os prejuízos podem chegar a US$ 5,9 milhões por ano, o que representa um aumento de 56% nos últimos anos.

O estudo diz ainda que para evitar os danos dos ataques cibernéticos é fundamental estar informado sobre as principais ameaças e quais os potenciais impactos para a organização. Além disso, é importante colocar esse risco no mesmo grau de importância dos riscos tradicionais das empresas. Também é crucial, sustenta o levantamento, envolver os principais executivos da empresa no processo de gerenciamento dos riscos cibernéticos.

No Brasil, com exceção da indústria financeira, a preparação da empresas ainda é muito reativa, ou seja, apenas depois da ocorrência de um evento considerável é que começam a se preocupar com medidas para evitar maiores impactos no advento de outros ataques. “O Brasil precisa ficar atento aos cibercrimes. É preciso ter uma gestão de riscos adequada. O ideal é se antecipar aos possíveis ataques por meio do conhecimento de seus potenciais invasores e das formas como eles agem. As empresas precisam investir de forma mais eficiente em ferramentas, pessoas e processos”, completou André Gargaro, sócio da área de Gestão de Riscos Empresariais da Deloitte.

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