INTERNET

Nos EUA, Comissão pede privacidade, mas não apoia o fim do rastreamento

Da redação* ... 26/03/2012 ... Convergência Digital

Um relatório apresentado nesta segunda-feira, 26/3, pela Comissão Federal do Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês), pede aos legisladores que aprovem uma lei para garantir aos consumidores acesso a informações detidas por “corretores de dados” – empresas que se especializam em mapear informações sobre internautas para fins comerciais.

Mas no relatório de 120 páginas, a FTC não chegou a apoiar uma legislação que torne obrigatório o mecanismo conhecido como Do Not Track (Não Rastreie), limitando-se a declarar que “a indústria tem feito progressos significativos” voluntariamente – um projeto nesse sentido foi apresentado no Congresso americano no ano passado.

Para alguns analistas ligados a consultorias pró-livre mercado, a proibição a esses mecanismos rastreadores seria prejudicial à publicidade e, consequentemente, a gratuitade de diversos sites na Internet – e poderia ter impacto mesmo nos conhecidos botões “Like”, do Facebook ou Google+.

Embora o relatório em si não impeça os parlamentares americanos de eventualmente aprovarem o projeto relativo a regras mais severas de privacidade na Internet, é de se esperar que deputados e senadores se mostrem mais relutantes em apoiar a proposta diante das considerações do órgão regulador – o FTC tem competência em questões relacionadas à privacidade.

Naturalmente, militantes que defendem restrições mais diretas se mostraram desapontados com o relatório final da FTC. O Eletronic Privacy Information Center, por exemplo, sustentou que a Comissão “não foi longe o bastante” nas recomendações e “erroneamente sustentou a auto-regulação”

Em essência, a Comissão Federal do Comércio defende que empresas de Internet adotem políticas internas de privacidade mais severas, que garantam a segurança dos dados dos consumidores, bem como limitem a compilação e retenção de tais informações.

* Com informações da Cnet.news


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