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Contrato da Price com teles, para medição da Internet, é de R$ 99 milhões

:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital :: 23/03/2012

A consultoria PriceWaterhouseCoopers, escolhida para ser a Entidade Aferidora da Qualidade da banda larga no país, vai receber R$ 99 milhões por um contrato – ou melhor, por um termo de compromisso – com as prestadoras para medir os indicadores de rede durante cinco anos.

O custeio dessa fiscalização pelas próprias fiscalizadas foi a principal crítica contra a Anatel durante audiência na comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. “Não haveria questionamento se a Anatel contratasse o serviço”, insistiu o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Para o senador, os pagamentos à entidade aferidora deveriam ser feitos pela agência, que, segundo ele, teria de onde garantir os recursos. “A Anatel recolhe, pelo menos, R$ 2,5 bilhões por ano com o Fistel, apenas da telefonia móvel. E o próprio TCU indicou ‘leniência’ na cobrança de multas”, insistiu.

“Estamos acrescentando um custo a mais, que poderia ser financiado pela Anatel”, emendou o diretor-executivo do Sinditelebrasil, Eduardo Levy, animado com a sugestão do senador. “Gostaríamos de colaboração para que o Fistel, que na verdade recolhe R$ 4 bilhões por ano, pague a conta.”

No campo da legitimidade, porém, a Price sustentou ser natural que as empresas paguem, em uma analogia com os contratos de auditoria. “Muitas vezes somos pagos pelas empresas par dar más notícias. Fazemos isso há 100 anos”, afirmou Luiz Eduardo Viotti, sócio da consultoria.

A consultoria também defendeu a experiência acumulada no país e sustentou ter competência para atuar como aferidora. “Temos conhecimento do mercado brasileiro de telecomunicações, conhecemos projetos de grande porte e a regulamentação. E a SamKnows tem tecnologia testada em vários países”.

A SamKnows, também inglesa, é a parceira técnica da Price – ganhou notoriedade depois de ser escolhida para testes de banda larga pelo regulador da Inglaterra (Ofcom) e dos EUA (FCC). Segundo a Price, essa experiência de medições está sendo estendida a outros países europeus e o Canadá.

Software

A Price também reagiu às críticas de que o software escolhido para fazer a medição “informal” – o controle efetivo se dará com equipamentos nas redes – não atendia os requisitos do regulamento. Ainda na quinta-feira, 22/3, um novo programa já estava disponível, embora em versão beta.

O novo site para testes de velocidade é o www.brasilbandalarga.com.br, com links dispostos nas páginas das operadoras. Apesar de estar sendo aperfeiçoado, já é possível fazer o teste para resultados de velocidade, latência, jitter e perda de pacotes. Mas o histórico de testes ainda não está funcionando.

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