A indústria brasileira de cartões deve desacelerar em 2012, previu nesta quarta-feira, 21/03, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Credito e Serviços (Abecs)."No varejo, a coisa não está bem", disse à Reuters o presidente da entidade, Claudio Yamaguti, explicando que as recentes medidas do governo para estimular a economia ainda não se refletiram integralmente no consumo.
Em 2011, o faturamento do setor de cartões no Brasil somou R$ 670 bilhões, uma expansão de 24% sobre o ano anterior. Para este ano, a previsão é de aumento de 20%. Apesar da atividade econômica moderada, em meio aos efeitos da crise internacional e de medidas do governo brasileiro para conter a inflação, o setor de cartões continuou no ano passado se beneficiando da gradual migração dos meios de pagamento, de cheque e dinheiro, para plásticos de débito e de credito.
Só no ano passado, a participação desses meios eletrônicos nos pagamentos do consumo privado subiu de 24,3 por cento para 26,8 por cento do total. A expectativa da entidade é que esse percentual chegue a 36 por cento em 2015. O número total de plásticos em circulação chegou a 687 milhões de unidades, um avanço anual de 9 por cento.
Segundo a Abecs, o aumento dos gastos de brasileiros no exterior pagos com cartões (19 por cento em 2011, para 21,2 bilhões de reais), em meio a valorização do real contra o dólar, também contribuiu com a expansão do setor. Com o recente ciclo de cortes na taxa básica de juro Selic e medidas de incentivo ao consumo a Abecs avalia que alguma melhora possa acontecer ao longo do ano, o que poderia levar a uma revisão das projeções.
Sistema, baseado no Office 365, vai suportar 650 contas até dezembro e companhia já contabiliza uma melhoria de 8% no desempenho do setor de TI, afirma Rogério Santos Cavalca, gerente de TI da BK Brasil.
O diretor das áreas Industrial e de Mercado de Capitais da instituição, Julio Ramundo, admitiu que a participação do setor privado nacional nos investimentos em P&D permanece abaixo da média mundial. Em algumas economias, o investimento privado nessa área supera 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.Já o setor privado no Brasil investe somente 0,6% do PIB.
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
Evento, agendado para 17 a 19 de setembro, discutirá o uso da norma 29110, da ABNT voltada para certificar o desenvolvimento de software por pequenas empresas. Também debaterá o impacto da CERTICs, instrumento criado pelo governo Dilma com intuito de melhorar a competitividade das empresas nacionais. O 'torcedor digital' ganha espaço.
Empresa, do grupo Globalweb Corp, planeja ampliar presença no Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e interior de São Paulo através de alianças comerciais, revela Adriano Vieira, COO da Compusoftware.