Cloud ComputingConvergência Digital
Simplificar é palavra de ordem para teles em cloud

Convergência Digital - Hotsite Cloud Computing
:: Da redação :: 22/03/2012

A Pyramid Research divulgou esta semana, na Europa, o estudo “Como as Telcos Europeias Atendem as Necessidades das Empresas por Computação em Nuvem”. O estudo examina as tendências que estão pressionando as operadoras em direção ao cloud computing. Uma delas: entre junho do ano passado e junho de 2012, os serviços em nuvem serão adotados por 2.500 pequenas e médias empresas europeias.

Por conta disso, a pesquisa identifica os principais direcionadores por trás da adoção de cloud computing pelas empresas e discute como elas os traduzem em requisitos específicos. Finalmente, o estudo analisa os diversos tipos de modelos de serviços que vem sendo desenvolvidos pelos provedores de nuvem, incluindo o estudo de caso de três operadoras que oferecem serviços em nuvem B2B: Orange France, KPN e Telefonica.

O mais emblemático deles é o da Orange, que desenvolveu um set abrangente de serviços em nuvem, com apelo para vários segmentos de negócios. Para atingir este objetivo, a Orange fechou parcerias com empresas como Cisco, VMware e EMC, passando a oferecer soluções de infraestrutura como serviço (IaaS), incluindo serviços de nuvem privada e de backup; e de software como serviço (SaaS), incluindo segurança e serviços de comunicações unificadas.

Em junho do ano passado, a Orange lançou o Cloud Pro, uma suíte de aplicativos online para pequenas e médias empresas. Desenhado para pequenos negócios de até 50 funcionários, o serviços oferece acesso à la carte a uma série de softwares de negócios para colaboração, administração, marketing, comunicação e CRM.

“Além de oferecer aplicativos e capacidade computacional aos seus clientes, a Orange conta com um serviço de atendimento aos clientes ampliado, que os educa sobre os benefícios da computação em nuvem. Nós acreditamos que é crítico para as operadoras educar seus clientes, tornando-se conselheiras e principal ponto de contato das pequenas empresas para todas as suas necessidades de TI e comunicação”, defende Ewa Romaniuk-Calkowska, analista da Pyramid.

O estudo conclui que a computação em nuvem dá às operadoras de telecom a oportunidade de ampliar suas ofertas de serviços para o mercado corporativo. Mais que isso, podem ajudar as empresas a aumentar a retenção de clientes, o retorno sobre o investimento e criar novas fontes de receita.

Com a demanda das empresas por um ponto único de contato para todas as suas necessidades de TIC, e a expectativa de que a integração seja simplificada, a Pyramid Research afirma que uma estratégia de cloud computing coerente está se tornando pré-requisito para que as operadoras consigam crescer no segmento corporativo.

Enviar por e-mail   ...   Imprimir texto
 

 Matérias relacionadas com o assunto Cloud Computing  

:: 15/08/2014 13:54
Apple contrata China Telecom para guardar dados

:: 13/08/2014 17:13
Aplicativo usa nuvem para gestão de histórico médico

:: 11/08/2014 10:22
Nuvem substitui tradicionais tokens

:: 04/08/2014 10:44
Guarda de dados: Maioria dos paulistanos não confia nos provedores

:: 31/07/2014 09:45
Uso da nuvem agiliza obra do BRT em Brasília

:: 28/05/2014 10:13
Globalweb investe em centros de treinamento

:: 21/05/2014 10:30
Armazenamento é a aplicação mais procurada na nuvem brasileira

:: 12/05/2014 10:03
Big data dá fôlego ao IaaS

:: 28/10/2013 11:43
Para EMC, computação em nuvem revigora o papel da TI

:: 21/10/2013 20:22
Para deter os EUA, Brasil e Europa negociam regras comuns para computação em nuvem

Soluções de TI Simples
Governo é o grande alvo dos ataques direcionados

Os hackers buscam as instituições governamentais e 81% dos ataques foram direcionados para a vertical. O Brasil desponta na 4ª posição entre os países mais atacados.

» Malware como serviço prolifera na Internet
» Internet das Coisas movimentará U$ 2 bilhões
» Cliente mal atendido custa US$ 100 bilhões

Opinião
Como será a rede SDN na América Latina?
:: Por Hector Silva*

VídeosMais vídeos



Destaques

Marco Civil: Saúde decide que o dado pertence ao cidadão

"O dado não é do médico. O dado não é do hospital. O dado é do cidadão. Isso pode parecer trivial, mas não era assim", frisou o diretor de Tecnologia do Datasus, Augusto Gadelha. Segundo ele, o Registro Único de Saúde só avançará se a privacidade do cidadão for respeitada.


Com big data, Governo deve cruzar dados com redes sociais

A afirmação é do diretor de Operações do Serpro, Wilton Motta. Segundo ele, a riqueza de informações das redes sociais permite, por exemplo, aperfeiçoar uma política nacional de segurança.


'Donos' dos dados travam estratégia do governo para big data

"O dado não é do ministério. É do Estado", diz o diretor de operações do Serpro, Wilton Motta.


Brasil: só 8% das empresas assumem usar cloud

Pesquisa mostra também que o bom e velho telefone supera as redes sociais no relacionamento cliente/fornecedor.


Copyright © 2014 Convergência Digital            Todos os direitos reservados.            É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site.