O comércio eletrônico movimentou R$ 18,7 bilhões em 2011, volume 26% maior que a cifra registrada em 2010, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 13/03, por meio do estudo WebShoppers, conduzido pela e-bit, empresa especializada em informações do segmento, com apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio).
De acordo com o levantamento, o tíquete médio ficou em R$ 350. No período, nove milhões de novos consumidores passaram a fazer compras pela internet, somando 32 milhões de pessoas que compraram, ao menos uma vez, por meio dos sites de comércio eletrônico.
Como reflexo dos preços competitivos e das facilidades de pagamento oferecidas pelas lojas virtuais, os produtos de maior valor agregado lideraram a preferência dos consumidores. Sob esse cenário, o ranking de categorias mais vendidas incluiu eletrodomésticos; informática; eletrônicos; cosméticos e perfumaria/cuidados pessoais; e moda e acessórios. A pesquisa também destacou a ascensão nas vendas do segmento de moda e acessórios.
Para 2012, a expectativa é de que o setor alcance uma receita de R$ 23,4 bilhões, o que representaria um salto de 25% em relação a 2011. Só no primeiro semestre, a projeção é de um total de vendas de R$ 10,4 bilhões. O estudo da e-bit traz ainda dados do mercado de compras coletivas. Em 2011, o segmento atingiu o patamar de 9,98 milhões de usuários, com um total de 20,49 milhões de pedidos e um faturamento de R$ 1,6 bilhão.
É o que indica a primeira divulgação do programa de medição da qualidade das conexões, por enquanto restritas aos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Apesar do resultado, presidente da agência, João Rezende, é cauteloso. “Estamos falando de três estados de maior desenvolvimento. Vamos aguardar os outros".
No Brasil para a conferência WWW2013, no Rio de Janeiro, o físico inglês Tim Berners-Lee, que em 1989 desenvolveu o que se tornaria a world wide web, conclamou os brasileiros a adotarem a proposta de “direitos humanos” representada pelo projeto de lei. “Precisamos de algo que reforce a neutralidade de rede em benefício dos usuários”, afirmou.
Estudo encomendado pela Ofcom, o regulador britânico de telecomunicações, mostra que os internautas que mais baixam conteúdos “ilegais” são também os que gastam três vezes mais com arquivos legalizados do que aqueles que nunca “pirateiam”.
Nesta segunda-feira, 13/5, o editor chefe da Bloomberg News admitiu que os repórteres da empresa tinham acesso a informações pessoais dos clientes dos ‘Terminais Bloomberg” – uma espécie de computador que se espalhou no mundo financeiro na década de 1990 que traz informações de mercado.
Tratar as informações de acordo com a sua importância e evitar, a todo custo, congestionamento como forma de garantir a qualidade de serviço é tarefa essencial para evitar congestionamentos e paradas de redes.