As associações comerciais do país estão se transformando em Autoridades de Registro com o objetivo de disseminar o uso do certificado digital entre as micro e pequenas empresas do país. O principal trunfo é a oferta de certificados por valores abaixo dos praticados no mercado.
Segundo a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o movimento também é importante para a própria sustentação econômica das entidades, na forma da prestação de serviços.
“Temos o sistema computacional, temos a legislação. Falta a certificação digital conquistar os corações e mentes dos brasileiros”, sustentou o presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Renato Martini. Segundo ele, as associações rapidamente poderão virar os principais emissores da identidade digital.
Para isso, a CACB firmou um convênio com a Certisign para a emissão de certificados a pessoas físicas (e-CPF) e jurídicas (e-CNPJ). Os valores cobrados nesses certificados, com prazo de 12 a 18 meses, variam de R$ 160 e R$ 189.
Nesta segunda-feira, 12/3, representantes dos 27 estados foram a Brasília para mais um treinamento e restou evidente que ainda sobram dúvidas sobre a utilidade da ferramenta. Em alguns casos, acredita-se que o certificado digital poderia substituir todos os demais documentos.
O objetivo, de acordo com o coordenador nacional do Programa de Geração de Receitas e Serviços da CACB, Luiz Antônio Bortolin, é a formação de uma rede de 2,3 mil associações comerciais capazes de prestar esse tipo de assistência aos empresários, como a própria emissão do certificado.
Edição de 2014 está confirmada com a presença dos estandes coletivos da Alemanha, China e EUA, revela o CEO da feira, Constantino Bäumle. Segundo ele, o destaque da edição foi a Inovação."Injetamos um sangue novo na feira".
O diretor das áreas Industrial e de Mercado de Capitais da instituição, Julio Ramundo, admitiu que a participação do setor privado nacional nos investimentos em P&D permanece abaixo da média mundial. Em algumas economias, o investimento privado nessa área supera 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.Já o setor privado no Brasil investe somente 0,6% do PIB.
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.
Evento, agendado para 17 a 19 de setembro, discutirá o uso da norma 29110, da ABNT voltada para certificar o desenvolvimento de software por pequenas empresas. Também debaterá o impacto da CERTICs, instrumento criado pelo governo Dilma com intuito de melhorar a competitividade das empresas nacionais. O 'torcedor digital' ganha espaço.
Empresa, do grupo Globalweb Corp, planeja ampliar presença no Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e interior de São Paulo através de alianças comerciais, revela Adriano Vieira, COO da Compusoftware.