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Com Brasil em destaque, nuvem deve gerar 14 milhões de novos empregos

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:: Convergência Digital :: 06/03/2012

A adoção do serviço de computação na nuvem vai gerar, até 2014, cerca de 14 milhões de novos empregos. Boa parte dessas oportunidades estará em mercados emergentes como Brasil, Índia, China e Rússia, onde os projetos estarão menos restritos à infraestrutura de sistema legados.

A constatação é do estudo “Cloud Computing's Role in Job Creation”, realizado pela IDC, a pedido da Microsoft, divulgado nesta terça-feira, 06/03. O levantamento apura ainda que mais de 50% desses empregos serão gerados por pequenas e médias empresas, que responderão por 7,5 milhões de vagas. Já as grandes empresas, vão abrir 6,3 milhões de postos de trabalho para especialistas em cloud computing.

Nas verticais, o levantamento da IDC, contratado pela Microsoft, apura que o setor de mídia e comunicações será o que mais vai contratar profissionais para cloud, respondendo por 2,4 milhões das vagas. Em segundo lugar, ficará o setor financeiro, que deverá demandar 1,4 milhão de profissionais.

Na terceira posição aparece a indústria de manufatura, que buscará 1,3 milhão de profissionais. Além de profissionais de TI com conhecimento em infraestrutura e aplicações, o novo modelo demandará talentos para as áreas de negócios, como vendas e marketing.

De acordo com a IDC, Índia e a China sozinhas vão responder por quase metade do contingente de novos profissionais que serão contratados para funções ligadas ao mundo de cloud computing. Juntos esses dois países vão criar 6,8 milhões de empregos nessa área. Segundo a consultoria, mundialmente, 75% dos gastos com TI são com manutenção de sistemas legados e atualizações de rotina.

Os Estados Unidos e o Canadá deverão criar 1,2 milhões de novos postos de trabalho relacionados com a nuvem. Muitos desses empregos serão profissionais com conhecimento em tecnologia que serão contratados para gerenciar o serviço do dia a dia da infraestrutura de TI. Esses talentos ficarão concentrados em aplicações "missão crítica" das companhias.

De acordo ainda com a IDC, os investimentos em nuvem ainda compõem apenas uma pequena percentagem do total dos gastos em TI. Tanto que a consultoria estima que, em 2011, de 1,7 trilhão de dólares gastos em serviços de TI, apenas 28 bilhões de dólares foram negócios com cloud.<_P>

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