Home - Convergência Digital
RSS Assine gratuitamente as nossas newsletters Quem faz o Convergência Digital Fale conosco Anuncie aqui
Cloud Computing CD TV Carreira Blog Capital Digital



Home - Segurança

Sem governança, corporações pecam no combate aos cibercriminosos

:: Da redação
:: Convergência Digital :: 02/03/2012
Os crimes na Web provocam sérios danos de reputação e financeiro as corporações mundialmente, mas o controle das ações dos cibercriminosos segue sendo falha nas empresas, revela pequisa Carnegie Mellon CyLab Governance 2012 sobre como presidentes e executivos de alto escalão gerenciam riscos cibernéticos mostram que estes não têm dado a atenção necessária ao assunto. A pesquisa, patrocinada pela RSA, divisão de segurança da EMC, é a terceira realizada pelo CyLab Carnegie Mellon e a comparação com os resultados de 2008 e 2010 revelam as recorrentes falhas na governança corporativa.

Baseada na lista Forbes Global 2000, a pesquisa de 2012 representa a primeira análise de governança cibernética de grandes corporações ao redor do mundo. Uma das descobertas mais importantes é que presidentes e altos executivos ainda não estão engajados em atividades chaves de supervisão, tais como definir políticas de alto nível e revisar o orçamento destinado a proteção para minimizar violações e perdas financeiras. Embora existam algumas melhorias nas principais práticas regulares de governança, menos de um terço dos entrevistados indica que seus superiores realizam funções básicas de governança cibernética.

Mesmo com os avanços mostrados na formação do grupo de integrantes dos comitês de risco e equipes organizacionais dentro das empresas, quase metade dos entrevistados disse que suas companhias não possuem pessoas exclusivas nas funções de segurança e privacidade e 58% disseram que os responsáveis não revisam a cobertura do seguro contra riscos cibernéticos.

Para ajudar as empresas a melhorarem a privacidade e a segurança da governança corporativa, as mais avançadas descobertas da pesquisa incluem recomendações para que as companhias realizem atividades de governança, tais como:

Estabelecer as prioridades de privacidade e segurança dentro das políticas de alto nível.

Revisar funções e responsabilidades de privacidade e segurança e certificar que elas estão nas mãos de profissionais altamente qualificados e que os riscos e as responsabilidades são devidamente divididos com toda a organização.

Assegurar um fluxo contínuo de informação para os responsáveis sobre privacidade e riscos, incluindo acidentes cibernéticos e violações.

Rever anualmente a verba destinada à segurança e privacidade de TI, separada da verba do CIO.

Conduzir revisões anuais do programa de segurança da empresa e a eficácia dos controles, revisar os resultados e garantir a abordagem de lacunas e deficiências. e:

Avaliar a adequação do perfil da cobertura do seguro cibernético contra riscos.

Enviar por e-mail   ...   Imprimir texto
 


:: Leia também:

:: 23/04/2014 14:36
Velocidade média da Internet é de 2,7 Mbps no Brasil, 83ª do mundo

:: 23/04/2014 12:42
Presidenta cobra Internet democrática e igualdade entre os países

:: 23/04/2014 12:40
Dilma sanciona Marco Civil, mas mantém polêmica sobre a privacidade

:: 22/04/2014 12:06
Contra “pressão”, Luiz Henrique desiste de relatar o Marco Civil

:: 15/04/2014 13:12
Neutralidade não mobiliza debates no NetMundial

:: 14/04/2014 17:20
Depois de pagar, velocidade de acesso ao Netflix aumenta 65% na Comcast

:: 14/04/2014 14:55
FNDE adota BYOD com capacidade para até 4,5 mil acessos simultâneos

:: 14/04/2014 11:29
Depois de quebra do sigilo da urna, TSE evita novos testes

:: 14/04/2014 11:23
Empresas correm para estancar os prejuízos do Heartbleed

:: 11/04/2014 11:05
“Cade” dos EUA autoriza compra, mas alerta Facebook e WhatsApp sobre privacidade




Outras matérias desta seção:

ANTERIOR
Crimes na Web: Hackers estão vencendo a guerra

PRÓXIMA
Conversa entre cliente e advogado pode ser grampeada




Depois de quebra do sigilo da urna, TSE evita novos testes
:: 14/04/2014 :: Segurança

No lugar dos testes públicos da urna eletrônica, a Justiça Eleitoral decidiu criar um grupo de trabalho interno para “elaborar um plano nacional de segurança do voto informatizado”. Professor que liderou a bem sucedida equipe da UnB se surpreende: “Isso já não deveria ter sido feito há muito tempo?”


Empresas correm para estancar os prejuízos do Heartbleed
:: 14/04/2014 :: Segurança

Projeções dão conta que mais de 500 mil servidores já foram atingidos pela falha grave de segurança. Os dispositivos móveis não estão imunes.


Wikileaks, CPI e promessas: ações contra espionagem caíram no vazio
:: 09/04/2014 :: Segurança

O que começou com uma declaração indignada na ONU contra a 'xeretice' indiscriminada dos EUA não tem, dez meses depois, nada de concreto como resposta no Brasil. O relator da CPI da Espionagem no Senado, Ricardo Ferraço (PMDB/PE), admitiu: "não vai dar em nada".


Brasil possui 500 mil roteadores com brechas para ataques
:: 03/04/2014 :: Segurança

Globalmente, de acordo com pesquisa ad nominum, há 24 milhões de roteadores domésticos com proxies de DNS abertos.



Espionagem: Será que os EUA estragaram tudo?
:: Por Leonardo Metre*

As tecnologias de monitoramento podem e devem servir a um bom propósito em uma linha tênue entre a aplicação da lei e a violação da mesma, mas o jogo de gato e rato estará sempre presente na adequação dos governos às novas tecnologias.


Cobertura em vídeo do Convergência Digital

Veja as coberturas especiais do Convergência Digital


Veja as edições da revista digital do Convergência Digital
Revista eletrônica do Convergência Digital
Clique aqui para ver todas as edições




Convergência Digital no Facebook Convergência Digital no Twitter RSS do Convergência Digital Newsletters do Convergência Digital
Copyright © 2014 Convergência Digital
Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site.
Este Sítio Web é acessível via IPv6!