A tentativa da Cisco Systems para convencer um tribunal europeu a impor condições mais severas à aquisição da Skype pela Microsoft sinaliza que as empresas de tecnologia estão se preparando para a batalha pelo controle daquilo que muitos dizem será a próxima grande tendência: videoconferência.
À medida que a gigante das redes corre para proteger sua liderança de mercado e controle sobre uma tecnologia que está avançando do mundo dos negócios para o uso pessoal, empresas rivais como a Polycom e Citrix Systems vêm desenvolvendo soluções de fácil uso. Todas elas concorrerão com a Microsoft, que segundo os analistas planeja integrar o Skype aos seus produtos, o que pode tornar seu software mais atraente e beneficiar futuras gerações de aparelhos equipados com o Windows.
O mercado de teleconferências é pequeno, mas sua crescente popularidade junto aos consumidores e uso mais amplo em celulares fazem com que a disputa -travada nos tribunais, junto às autoridades regulatórias e por meio de fusões e aquisições- ganhe importância."O vídeo é o novo mundo... e veremos muitas aquisições, muitos processos, e as empresas que ficarem para trás certamente tentarão contestar judicialmente o uso de patentes", disse Krish Ramakrishnan, presidente-executivo da Blue Jeans Network, uma companhia de videoconferências online.
O grupo de pesquisa Infonetics previu que o vídeo será a principal tendência nas telecomunicações. O mercado mundial de teleconferências empresariais atingirá os 5 bilhões de dólares em 2015, ante 2,2 bilhões de dólares em 2010. Com a massificação da Internet banda larga, a massificação da videoconferência começa a ganhar impulso.
Tanto que novos serviços e software permitem que computadores, tablets ou celulares inteligentes comuns, dotados de conexão de alta velocidade com a Internet, ofereçam qualidade semelhante aos caros sistemas antes reservados ao uso de empresas. E, do lado pessoal, serviços gratuitos de chat em vídeo como o FaceTime, da Apple, o Skype e o Google+ vêm tornando o uso de videoconferências cada vez mais frequente fora do local de trabalho.
Edição de 2014 está confirmada com a presença dos estandes coletivos da Alemanha, China e EUA, revela o CEO da feira, Constantino Bäumle. Segundo ele, o destaque da edição foi a Inovação."Injetamos um sangue novo na feira".
Acesso ao recém-ativo Portal Malha DF - que disponibiliza acesso ao Livro Fiscal Eletrônica- Lfe e as informações oferecidas por administradoras de cartões de crédito e débito sobre movimentações de empresas do Distrito Federal - só acontecerá com o uso da tecnologia.
Estudo da IDC Brasil mostra que foram vendidos 1,4 milhão de PCs no mês de março, um incremento de 37% em relação a fevereiro, mas com uma queda de 16% em relação ao comercializado no mesmo período em 2012.
O diretor das áreas Industrial e de Mercado de Capitais da instituição, Julio Ramundo, admitiu que a participação do setor privado nacional nos investimentos em P&D permanece abaixo da média mundial. Em algumas economias, o investimento privado nessa área supera 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país.Já o setor privado no Brasil investe somente 0,6% do PIB.
O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum que, até 2018, não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda lugares para instalar uma nova unidade.