O número de acessos em banda larga no Brasil chegou a 50,7 milhões no mês de setembro, revela levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), o que significa, de acordo com o estudo que estão sendo feitas 67 novas conexões por minuto, totalizando 2,9 milhões de novos assinantes à base do serviço - o terceiro recorde do ano.
Desde o início de 2011 – de janeiro a setembro – 16,2 milhões de novos assinantes se somaram à base de clientes, o que representa um crescimento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 10,8 milhões de novas conexões foram ativadas. Se considerarmos o período de um ano, o crescimento é de 64% frente a setembro de 2010, com 19,8 milhões de novas conexões.Nos últimos dois anos, o número de acessos em banda larga mais que dobrou, com 33 milhões de ativações.
Do total de 50,7 milhões de acessos alcançados em setembro, 16,2 milhões são de conexões em banda larga fixa e 34,5 milhões em banda larga móvel. A banda larga fixa ampliou sua base de clientes em 3,1 milhões de acessos, o que representa um crescimento de 24% nos últimos 12 meses e dados internacionais colocam o Brasil como o quarto país com o maior número de ações líquidas, de acordo com a consultoria Point Topic.
Já a banda larga móvel cresceu 94% nos últimos 12 meses, com 16,7 milhões de novos acessos. Do total de conexões móveis, 7,3 milhões são de modems de acesso à internet e 27,2 milhões de celulares de terceira geração (3G), que permitem conexão à internet. Considerados os dois últimos anos, o crescimento foi de 440%, o que coloca o Brasil na oitava posição entre os países com maior base de acessos em banda larga móvel.
No Brasil para a conferência WWW2013, no Rio de Janeiro, o físico inglês Tim Berners-Lee, que em 1989 desenvolveu o que se tornaria a world wide web, conclamou os brasileiros a adotarem a proposta de “direitos humanos” representada pelo projeto de lei. “Precisamos de algo que reforce a neutralidade de rede em benefício dos usuários”, afirmou.
Estudo encomendado pela Ofcom, o regulador britânico de telecomunicações, mostra que os internautas que mais baixam conteúdos “ilegais” são também os que gastam três vezes mais com arquivos legalizados do que aqueles que nunca “pirateiam”.
Nesta segunda-feira, 13/5, o editor chefe da Bloomberg News admitiu que os repórteres da empresa tinham acesso a informações pessoais dos clientes dos ‘Terminais Bloomberg” – uma espécie de computador que se espalhou no mundo financeiro na década de 1990 que traz informações de mercado.
Não é apenas o poder público que está criando regras rígidas para o uso das redes sociais no ambiente de trabalho. Pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial - Aberje - revela que grandes conglomerados nacionais optaram pela estratégia radical de não ter nenhum vínculo com o facebook, rede que tem a adesão de mais de 70 milhões de brasileiros.
Tratar as informações de acordo com a sua importância e evitar, a todo custo, congestionamento como forma de garantir a qualidade de serviço é tarefa essencial para evitar congestionamentos e paradas de redes.