Em entrevista à CDTV, do Convergência Digital, Benito Paret avaliou a nona edição do Rio Info, realizada de 27 a 29 de setembro. Segundo ele, o evento reuniu delegações de 11 países e contou com a presença de empresas de 19 estados brasileiros. "É o evento nacional de TI", destaca.
Na parte efetiva para o setor, 150 empresas aproveitaram o evento para gerar uma estimativa de negócios na ordem de R$ 18,7 milhões. Dois setores ganharam destaque e revelaram potenciais de oportunidades: Petróleo e Defesa nacional.
"A Petrobras veio ao evento e mostramos a nossa preocupação do uso de tecnologia nacional, principalmente, na exploração do pré-sal. Ouvimos a parte deles e colocamos nossas reivindicações. Acredito que isso gere bons frutos", disse Paret.
Na agenda de 2012 - a 10ª edição do Rio Info está marcada para setembro - o presidente do Seprorj falou da sua maior preocupação: a desnacionalização do software. Segundo Paret, a política de informática está centrada nas máquinas. "As máquinas são absolutamente nada. O software é a inteligência", afirma, cobrando a definição de políticas públicas capazes de incentivar o software produzido no Brasil. Assista a entrevista de Benito Paret à CDTV, do Convergência Digital.
Política pública é saída para desnacionalização do software
Ao falar sobre a 10ª edição do Rio Info - programada para setembro de 2012 - Benito Paret, presidente do Seprorj, reitera que, hoje, a política de informática está centrada nas máquinas. "E a inteligência está no software", sustenta.