Na solenidade de abertura do Seminário Internacional sobre Banda Larga, em Brasília, nesta segunda-feira, 16/11, o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães, reclamou dos baixos investimentos realizados no país em Pesquisa Científica e Tecnológica. A prova disso, segundo ele, seria a baixa taxa de patentes brasileiras registradas mundialmente.
Na sua apresentação, Samuel Guimarães, também foi crítico à posição do Brasil na universalização da Banda Larga. Ele não hesitou em afirmar que o Brasil está atrasado, uma vez que em vários países, entre eles, os Estados Unidos, já há uma discussão para a oferta da banda ultralarga de 100 Mbits.
Guimarães salientou que é, sim, dever do estado ofertar banda larga à população. E foi além: "Tanto quanto possível a banda larga deveria ser ofertada, em condições ieais, como hoje acontece com o Sistema Único de Saúde, o SUS", deixando claro que banda larga é, sim, prioridade nacional como o é a Saúde.