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Integração da Oi Móvel pela TIM começa pelas frequências e tem prazo de 12 meses

Ana Paula Lobo ... 01/03/2021 ... Convergência Digital

O primeiro passo da integração da Oi Móvel à TIM será dado com a incorporação da frequência adquirida com  aquisição - 49 Mhz, informou o CTIO da TIM Brasil, Leonardo Capdeville, ao participar do TIM Day, evento para realizado nesta segunda-feira, 01/03, para detalhar o plano estratégico da companhia nos próximos dois anos.

Ao mesmo tempo da incorporação da frequência, haverá também a integração da infraestrutura de rede para que os clientes da Oi possam fazer uma espécie de roaming já na rede da TIM, adicionou Capdeville. São quase 14 milhões de clientes a serem integrados à base da TIM ao longo de 2021 e 2022. A TIM também vai adicionar 7,2 mil sites à sua rede e investirá R$ 7,3 bilhões para ficar com os ativos da Oi Móvel.

Caso as aprovações regulatórias sejam obtidas, a operadora avalia que se tornará a líder do País em espectro médio por cliente, passando para 2,53 MHz/acesso após a transação, com Claro ficando com 2,44 Mhz/acesso e Vivo, 2,18 Mhz/acesso. A mudança significaria o fim de um "gap histórico" de frequências da empresa frente às competidoras. Os 49 MHz de espectro que a TIM vai receber representam 54% do montante detido pela Oi. O portfólio tem faixas de 900 MHz, 1,8 GHz, 2,1 GHz e 2,6 GHz.

Para o CEO da TIM, Pietro Labriola, a integração da Oi Móvel é eestratégica para os planos de desenvolvimento da operadora no país nos próximos dois anos. "Entregamos tudo que prometemos em 2020 e queremos entregar mais nos próximos dois anos. A integração da Oi Móvel fará a diferença", disse o executivo. O CFO da TIM, Adrian Galaza, sustentou que há uma expectativa de 60% de sinergia com a combinação dos ativos. "A nossa indústria é de volume e a incorporação de 14 milhões de clientes fará uma diferença. Essa transação é um ganha ganha para todo o mercado nacional". Expectativa da TIM é que o negócio seja aprovado até o final deste ano.

O investimento previsto pela TIM para 2021 é de R$ 4,4 bilhões, maior que os R$ 3,8 bilhões aportados em 2020. Um dado importante: ao falar dos valores, a TIM não explicita se nesse montante para 2021 já está incluído o custo da licença nacional de 5G, caso o leilão aconteça, de fato, em junho ou julho, como previsto pelo governo. Até 2023, o investimento da tele deverá ficar em R$ 13 bilhões, podendo chegar a R$ 13,5 bilhões por conta da integração da Oi Móvel.










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