Clicky

Convergência Digital - Home

Pelo mínimo de R$ 325 milhões, Oi leiloa cinco datacenters em 26 de novembro

Convergência Digital
Luís Osvaldo Grossmann - 15/10/2020

A 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, onde corre a recuperação judicial da Oi, homologou o edital de venda dos cinco datacenters da operadora, agregados na chamada UPI Data Center, com instalações em Brasília, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. O preço mínimo é de R$ 325 milhões e a abertura das propostas foi marcada para 26 de novembro, na sala de audiências da 7ª Vara . 

Por ter apresentado a proposta que baseou o preço mínimo, a Titan Venture Capital e Investimentos, veículo de investimentos da Piemonte Holding, poderá “cobrir, por qualquer valor, a oferta de maior valor acima do preço mínimo que vier a ser apresentada”. 

No caso do datacenter em Brasília, a venda inclui o imóvel onde a estrutura está instalada – embora isso ainda dependa de anuência da Anatel. Nos demais, a utilização deverá ser garantida por contratos de locação celebrados pela SPE Data Center com a Oi ou com terceiros.

O negócio dá direito ao novo dono levar também “todos os contratos vigentes de prestação de serviços vinculados aos respectivos data centers, seja colocation, hosting ou conectividade IP associada, com os clientes corporativos externos”. A Oi também será um cliente da SPE Data Center, alugando espaço para a hospedagem dos seus servidores através de um contrato de prestação de serviços de hospedagem de equipamentos (colocation).

Segundo o edital homologado nesta quinta pela 7ª Vara Empresarial, o pagamento prevê um mínimo de R$ 250 milhões à vista, e os demais R$ 75 milhões parcelados. Os interessados têm sete dias para notificar a Oi, pelos e-mails diogo.aragao@bofa.com; rodrigo.lowndes@bofa.com; maria.heuri@bofa.com; e julio.ricca@bofa.com, com cópia para o Administrador Judicial através do e-mail credoroi@wald.com.br. E terão 30 dias corridos, a partir do edital, para apresentar as propostas fechadas. Essas propostas serão abertas em audiência virtual a ser presidida pelo Juízo da Recuperação Judicial, marcada para às 14:30 horas de 26/11/2020.


Destaques
Destaques

Por que se tornar uma empresa data-driven?

Data-driven ou orientada a dados. É esse o novo lema das companhias que, cada vez mais, estão armazenando e analisando dados em busca de insights de negócios. Mas o que as empresas devem fazer para abraçarem os dados de forma a promover benefícios estruturais e longevos? A resposta não é simples.

TIM une big data,LPA e robôs para controle do pagamento de impostos

Operadora elegeu a inteligência artificial para processar grandes e complexos volumes de dados com o SAS e a KPMG. Investimento ficou em torno de US$ 500 mil, ou R$ 2,65 milhões, mas parte dele já foi recuperado em pouco mais de seis meses.



Veja mais vídeos
Veja mais vídeos da CDTV

Veja mais artigos
Veja mais artigos

Serviços SaaS, proteção de dados e a LGPD

Por Eder Miranda*

Ter um plano abrangente de proteção adicional de dados para as plataformas SaaS é vital para os negócios, uma vez que as empresas não podem abrir sem ter o controle sobre o que está sendo protegido e sobre a maneira como isso está sendo feito pelos fornecedores de software como serviço.

Cloud é bom, mas quem gerencia?

Edmilson Santana*

Se a nuvem soluciona problemas de um lado, de outro sua operação demanda a formação de um time capaz de traduzir demandas de negócio em continuidade operacional, e isso de forma ágil, produtiva e consistente.


Copyright © 2005-2020 Convergência Digital ... Todos os direitos reservados ... É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site