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Nuvem exige atenção no ‘taxímetro’ aos órgãos públicos

Convergência Digital
Luís Osvaldo Grossmann - 20/08/2020

A Secretaria de Gestão do Ministério da Economia realizou nesta quinta, 20/8, um seminário online para orientar os órgãos públicos interessados em aderir à nova contratação da nuvem federal. E em que pese a vantagem de trocar os servidores ‘on premises’ por máquinas virtuais, o alerta importante para quem começa a transição é pela mudança total no sistema de pagamento. 

“Tem que ter cuidado com o taxímetro para ficar no ritmo que cada órgão espera. Dentro do Termo de Referência a gente prevê a possibilidade de gerenciar, com avisos de como está o consumo no serviço A, B ou C. Porque se rodar às cegas, pode ir passear onde não deveria e a conta fica mais alta”, apontou o coordenador geral de Contratações de Tecnologia da Informação e Comunicação, Sílvio Lima. 

“Estamos mudando o paradigma e quem está acostumado com on premises precisa ter cautela. O novo é o pagamento por serviço. Se pegar o status quo e não mudar o comportamento tem risco de exaurir o contrato antes do final, ficar sem saldo. Se não fizer a gestão, chega o momento em que os créditos já foram, o ambiente on premises não calcula custo de IP, custo de tráfego, o que é diferente na nuvem”, emendou Christiano Resende, do departamento de modelos organizacionais da Seges. 

Além da mudança de um único fornecedor de nuvem para o modelo de broker multinuvem, a nova contratação trouxe ajustes a partir da primeira experiência. A começar pelo contrato, que passa de 12 para 24 meses – podendo chegar a 60 meses. Além disso, diferente até da primeira versão do termo de referência, o formato individualizou contratações de SaaS, PaaS e IaaS. 

Outro alerta importante é que o modelo do pregão privilegia a migração de hospedagem – ou seja, deixar um servidor próprio pelo armazenamento na nuvem. “É importante a avaliação do esforço de migração, porque a reconfiguração de aplicações, quer dizer, alterações no código, não estão no escopo da contratação”, explicou Resende. 

A grande mudança, porém, é mesmo no modelo pagamento, fundamental para a administração pública. “É custeio. Em cenário de cortes e restrições de orçamento, sofre menos que investimento”, completou Lima. Só não pode, adverte, tirar o olho do taxímetro. 


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