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Escola de programação no Brasil só cobra depois do aluno receber o primeiro salário

Convergência Digital - 12/12/2019

De acordo com um estudo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), há uma expectativa de criação de 420 mil novos empregos no segmento de tecnologia no Brasil até 2024. Destas vagas, estima-se que 150 mil não devem ser preenchidas por falta de pessoal qualificado. Para suprir essa necessidade do mercado, a escola norte-americana de programação Kenzie Academy chega ao País em janeiro de 2020 com uma proposta diferente e bastante atrativa: o aluno estuda, forma-se e só paga o curso após conseguir um emprego e ganhar seu primeiro salário.

Com sede em Indianápolis, nos Estados Unidos, a Kenzie traz para o Brasil um modelo de pagamento diferenciado para os estudantes. Nessa instituição de ensino, que será inaugurada em Curitiba (PR), o aluno tem a possibilidade de ingressar sem mensalidades no curso, pagando pela sua formação somente após conseguir um rendimento de no mínimo R$ 3.000,00. Para isso, a Kenzie se responsabiliza em ajudar o formado, colocando-o em contato com diversas empresas empregadoras e o apoiando com o ensino de habilidades e conhecimentos importantes para o ingresso no mercado profissional.

Como parte da expansão no Brasil, a Kenzie está trabalhando com grandes empresas como Ebanx, James Delivery, Social Wave, Banco Bari e CPlug, como os primeiros parceiros de contratação. Essas parcerias ajudarão os estudantes da Kenzie Academy Brazil a conseguirem seu primeiro emprego no mercado de tecnologia.

Para o CEO da Kenzie Academy Brasil, Daniel Soifer Kriger, trazer a Kenzie ao País irá contribuir com a economia brasileira e gerar novas oportunidades de desenvolvimento profissional para os interessados. “O crescimento acelerado do mercado de tecnologia brasileiro exige uma mão de obra específica e qualificada, que a educação tradicional não está dando conta de formar. E acredito que o tipo de educação que estamos oferecendo vai aumentar a capacidade competitiva do Brasil em tecnologia e inovação. Além de possibilitar qualquer pessoa a ingressar no mercado de tecnologia", afirma.

As aulas são dinâmicas, atualizadas, com metodologia ágil e conteúdo multidisciplinar, focando nas habilidades técnicas e desenvolvendo o pensamento crítico, ensinando o aluno a buscar conhecimento. Com duração de um ano (40 horas semanais), o curso oferece mais de 2.000 horas de aulas que utilizam uma metodologia comprovada nos Estados Unidos, unindo ensinamentos online e presenciais com suporte e mentoria de uma equipe especializada. Além disso, oferece orientação e ajuda na preparação para entrevistas de emprego, montagem do portfólio, entre outros.

A primeira turma no Brasil começa no dia 28 de janeiro, com apenas 15 vagas. “A Kenzie já está mudando as vidas e carreiras de inúmeras pessoas nos EUA, com mais de 500 alunos matriculados. Agora, estamos trazendo o mesmo nível de acesso ao Brasil”, finaliza Kriger. Para mais informações acesse: www.kenzie.com.br

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