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Claro monta show com holograma para demonstrar uso do 5G

Convergência Digital - 21/10/2019

Um show com holograma, montado pela Claro, mostrou no Allianz Parque, em São Paulo, potencialidades trazidas pelo 5G. Segundo a empresa, trata-se da primeira holografia em tempo real do Brasil em rede 5G diante de um grande público. No caso, o concerto da Nova Orquestra em homenagem a 50 anos da banda Led Zeppelin, acompanhada por um holograma do músico Lucas Lima. 

No concerto, realizado na noite de 20/10, e regido pelo maestro Eder Paolozzi, o teste do 5G fez aparecer no palco o músico Lucas Lima, da Família Lima, que conversou em tempo real com o maestro e em seguida tocou a música Black Dog, do Led Zeppelin, em seu violino. Ele estava a 17 km de distância, na sede da Claro.

 Segundo a operadora, o feito só foi possível pelas baixíssimas latências da rede 5G, que elimina o atraso da transmissão, e pelas altíssimas velocidades de transmissão, que permitem recriar uma imagem virtual, capturada em estúdio especial, a partir de diversas câmeras que fazem o mapeamento 360 graus da pessoa que terá sua imagem projetada.

Uma câmera especial de até 8k de resolução, e filmagem em 360°, foi instalada entre o maestro Eder Paolozzi e a Nova Orquestra. Esse equipamento, usando a tecnologia VR, possibilitou assistir em tempo real a movimentação do maestro e dos músicos pelo palco. 

A Ericsson instalou no Allianz Parque uma rede 5G composta por uma solução (AIR 6488) que agrega rádio e antena com Massive MIMO. A rede foi operada na frequência 3,5 GHz com largura de banda de 100MHz, autorizada pela Anatel, atingindo taxas acima de 1 Gbps. Essas taxas foram alcançadas graças à combinação das faixas de frequência LTE (a Claro triplicou a rede comercial 4,5 G) com a faixa de frequência 5G.

 Para garantir alta capacidade da rede e baixa latência para atuais e futuros casos de uso do 5G, a rede de acesso foi integrada a uma solução para virtualizar as funções necessárias para convergir voz e dados em redes LTE (vEPC, no caso da Ericsson), que move os componentes individuais da rede principal, tradicionalmente executados em hardware dedicado, para servidores centralizados.

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