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Bateria de celular dá prêmio Nobel a três cientistas

Convergência Digital* - 09/10/2019

Os cientistas John Goodenough, dos EUA, Stanley Whittingham, do Reino Unido, e Akira Yoshino, do Japão, ganharam nesta quarta-feira, 9/10, o prêmio Nobel de Química pelo desenvolvimento de baterias de íons de lítio, uma importante tecnologia para reduzir o uso de combustíveis fósseis. 

Aos 97 anos, o norte-americano Goodenough se tornou o ganhador mais velho a receber um Nobel. 

“Essa bateria recarregável levou à fundação de dispositivos eletrônicos sem fio, como celulares e notebooks”, informou a Academia Real das Ciências da Suécia em um comunicado sobre o prêmio de 906 mil dólares. 

“(A bateria) também tornou possível um mundo livre de combustíveis fósseis, já que é utilizada para tudo, de carregar carros elétricos a armazenar energia de fontes renováveis”

Whittingham desenvolveu a primeira bateria de lítio funcional no início da década de 1970. Goodenough duplicou o potencial da bateria na década seguinte e Yoshino eliminou o lítio puro da bateria, elevando a segurança do dispositivo. 

* Com informações da Reuters

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