GESTÃO

Assespro: Governo tem a obrigação de assumir papel de indutor da TICs

Luís Osvaldo Grossmann ... 20/03/2019 ... Convergência Digital

Veterano de 14 maratonas e da criação de três dezenas de empresas de tecnologia, o empreendedor serial Ítalo Nogueira tomou posse na noite de terça, 19/3, como novo presidente da Assespro Nacional, a Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, que reúne mais de 2500 empresas de software e serviços de tecnologia. Na cerimônia realizada na Câmara dos Deputados, em Brasília, ele cobrou do governo e do Parlamento o reconhecimento do setor de tecnologia da informação como central ao desenvolvimento.

“Me assusta, como líder de uma entidade de tecnologia da informação, que ao longo de todos esses anos ninguém focou a indústria de TICs como indústria. O governo tem que entender seu papel indutor do setor de TI e como o setor de TI é crucial para o país”, disse Nogueira, ladeado por deputados, senadores e representantes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações.

Ao mesmo tempo, o presidente da Assespro acenou com ações que fortaleçam as responsabilidades das empresas na relação público-privada. “O empreendedor tem a responsabilidade de entregas, inovação, preço justo, ética, transparência e compliance”, lembrou.

A primeira dessas ações foi encaminhada no mesmo dia da posse formal. “Hoje, assinamos com a Controladoria Geral da União um protocolo de intenções para trabalhar junto com o governo nos controles e boas práticas. E pensar junto na melhoria das relações setor produtivo e governo. Nós não somos os vilões”, disse.

A Assespro também criou um comitê de inteligência jurídica, cujo patrono é o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Ayres Britto, e que acompanha, entre outros, assuntos de interesse direto do setor no Judiciário, como o bloqueio de aplicativos de comunicação e de aplicativos de transporte, ou a nova lei de licitações.

Ao indicar “metas e grandes números”, o novo presidente da Assespro destacou a criação de um “fundo de investimento composto em sua maioria por empreendedores de TIC para diminuir mortalidade startups”, e estabelecer, “com governo e sociedade, um grande projeto de capacitação que cuide do capital humano e apoie o empreendedorismo no nosso setor”.


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