TELECOM

TIM, Claro e Oi perdem 16 milhões de clientes em um ano

Luís Osvaldo Grossmann ... 11/04/2017 ... Convergência Digital

Segue firme o forte ajuste na telefonia móvel, com quedas consistentes no número de acessos ativos desde o pico, em meados de 2015. Com as reduções das tarifas de interconexão, que vão dispensando a necessidade dos brasileiros manterem um chip de cada operadora, associada à crise econômica, o mercado já perdeu 50 milhões de acessos pré-pagos. 

Por isso mesmo, o maior impacto desse movimento tem sido nas operadoras com maior presença no mercado pré-pago. Desde que a queda começou, TIM, Claro e Oi já perderam 33 milhões de acessos ativos. A Vivo perdeu 6 milhões, mas é a única das quatro grandes em que a sangria parece ter estancado – é também a menos dependente dos pré-pagos. 

Em fevereiro deste ano, Claro e Oi até conseguiram adicionar clientes (47 mil e 71 mil, respectivamente), mas nada que compense as perdas dos últimos 12 meses (5,2 milhões e 5,7 milhões). No mês, a Tim teve a pior performance, com o desligamento de 689,5 mil chips (em um ano a perda chega a 5,1 milhões). 

Como resultado, o mercado total encerrou fevereiro com 242,9 milhões de linhas de celular em funcionamento, número 15,1 milhões menor do que registrava em fevereiro de 2016 – e 40 milhões mais baixo desde que a crise do setor começou, em junho de 2015. 

Nessa toada, até o 4G apresentou um crescimento bem menor. Foram 1,7 milhão de novas linhas na passagem de janeiro para fevereiro, cerca de um terço do crescimento de dezembro para janeiro (4,7 milhões) – o que já reduziu o crescimento que vinha a 170% para coisa de 120% em 12 meses.


Segue a sangria nas linhas de telefonia fixa no Brasil

Em novembro, foram contabilizadas 135.964 mil linhas a menos e o país fechou o décimo primeiro mês de 2017, com quase 41 milhões de linhas ativas. Oi, Claro, TIM e pequenos prestadores de STFC puxaram a queda de linhas em serviço.

Plano da Oi prevê investimentos abaixo do necessário, diz Anatel

Para agência, os R$ 4 bilhões previstos de dinheiro novo na operadora não são suficientes para que a Oi alcance o nível anual de aportes dos concorrentes. “Se não acompanhar, vai continuar perdendo mercado”, diz Juarez Quadros. 

Claro repete que há muitas operadoras no Brasil e resiste à entrada dos chineses na Oi

"O mercado já está instável com quatro operadoras. Os chineses têm uma mistura com o governo. Com quem iríamos brigar?", criticou o presidente José Félix. Não é a primeira vez que a Claro diz que o mercado nacional comporta apenas três players.

Eletrosul testa suporte por satélite com Telebras e Hughes

Com 11 mil km de linhas de transmissão, a empresa é responsável por aproximadamente 10% do sistema de transmissão do País. Piloto terá duração de 60 dias.

Rede fixa três vezes maior do que a das rivais será o futuro da Oi

O diretor de Tecnologia de Redes e Sistema da Oi, Pedro Falcão, sustentou que o backbone óptico e as redes metropolitanas são a 'joia da coroa' e despertam a ambição dos concorrentes. "A Internet de Tudo exigirá muita rede fixa", frisou.

Oi unifica mainframes para acelerar serviços digitais

Tele também montou o Centro de Gerência de Serviços, em Brasília, com a missão de unificar as ações em áreas como recarga de pré-pago e faturamento.


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