TELECOM

Embratel leva Internet das Coisas para a gestão do Grupo Serttel

Ana Paula Lobo e Pedro Costa ... 21/03/2017 ... Convergência Digital

Já há uso efetivo dos pilares da transformação digital - mobilidade, cloud, informação e Internet das Coisas. Um dos cases é do grupo Serttel, que aluga bicicletas em todo o país, que adota Internet das Coisas para a liberação da bicicleta para o rastreamento, de forma integrada e hosteada na nuvem, com a geração de dados para um trabalho em tempo real, revela o diretor de soluções digitais da Embratel, Mário Rachid.

O executivo, no entanto, admite que os projetos de cidade inteligente estão mais distantes por conta das questões macroeconômicas e políticas do país. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o 2º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, Rachid diz que o uso efetivo dos dados ainda engatinha, mas já é possível avaliar que eles estão se tornando o principal ativo das empresas, inclusive no próprio grupo América Móvil.

“Hoje a empresa que consegue tirar proveito dos dados tem um diferencial competitivo em relação aos demais. O dado, me arrisco a dizer, é hoje o maior bem que uma empresa pode ter. A gente vê algumas empresas começando a usar esses dados. No nosso caso usamos dados para melhorar a experiência dos clientes, consigo identificar por exemplo se na região o celular não está pegando bem. Mas isso ainda é embrionário, precisamos aprender mais", pontua.

O ecossistema que permite as novas tecnologias avançarem, porém, já passou para um novo estágio, especialmente na disseminação do uso da computação em nuvem, que começou pelo setor privado mas começa a chegar também ao Poder Público, acrescenta Rachid. “A nuvem pegou. É uma realidade e vai crescer o uso. O governo demorou um pouco, se não a entender, a soltar as contratações. Hoje temos duas ou três licitações governamentais importantes em andamento no aspecto de cloud. Eles entendem, conhecem o assunto, mas talvez tivessem que ter feito isso um pouco mais atrás.”

Segundo ainda o diretor de soluções digitais da Embratel, o fato de o governo correr atrás disso agora é outro sinal de sucesso da nova onda tecnológica. “O privado partiu na frente e o governo está vindo atrás, tentando tirar o tempo perdido. E o fato de estar se movimentando mais rápido agora mostra que a cloud já é uma realidade não só para o mercado corporativo, mas para o mercado global. Hoje tem empresas e entidades governamentais que vão nascer usando cloud. Mas ainda temos algum descompasso entre o privado e o governamental.” Assistam a entrevista.


Segue a sangria nas linhas de telefonia fixa no Brasil

Em novembro, foram contabilizadas 135.964 mil linhas a menos e o país fechou o décimo primeiro mês de 2017, com quase 41 milhões de linhas ativas. Oi, Claro, TIM e pequenos prestadores de STFC puxaram a queda de linhas em serviço.

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Para agência, os R$ 4 bilhões previstos de dinheiro novo na operadora não são suficientes para que a Oi alcance o nível anual de aportes dos concorrentes. “Se não acompanhar, vai continuar perdendo mercado”, diz Juarez Quadros. 

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"O mercado já está instável com quatro operadoras. Os chineses têm uma mistura com o governo. Com quem iríamos brigar?", criticou o presidente José Félix. Não é a primeira vez que a Claro diz que o mercado nacional comporta apenas três players.

Eletrosul testa suporte por satélite com Telebras e Hughes

Com 11 mil km de linhas de transmissão, a empresa é responsável por aproximadamente 10% do sistema de transmissão do País. Piloto terá duração de 60 dias.

Rede fixa três vezes maior do que a das rivais será o futuro da Oi

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Oi unifica mainframes para acelerar serviços digitais

Tele também montou o Centro de Gerência de Serviços, em Brasília, com a missão de unificar as ações em áreas como recarga de pré-pago e faturamento.


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A edição de 2017 do Painel Telebrasil enfatizou a necessidade de atualização do modelo de telecomunicações e a definição de uma agenda digital para o País.

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