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TIM rejeita franquia na banda larga fixa e diz que é hora de valorizar o cliente

Ana Paula Lobo ... 15/04/2016 ... Convergência Digital

Mais do que um anúncio oficial sobre a mudança de marca, a TIM fez nesta sexta-feira, 14/04, um relançamento das suas operações no Brasil. A empresa, por meio de seu presidente, Rodrigo Abreu, deixou claro que o setor de Telecomunicações - que vive, agora, um impasse com seus assinantes por conta da possível cobrança de franquia na banda larga fixa - deve mudar a maneira de se  relacionar com o cliente.

"Os usuários amam seus celulares e odeiam suas operadoras. Isso é um paradoxo que precisamos e devemos mudar com atitudes como investir em qualidade e transparência", pontuou Rodrigo Abreu, em evento realizado em São Paulo. O executivo foi taxativo: o compromisso da TIM nos próximos três anos será ter a maior cobertura 4G do Brasil, com qualidade, e ter o 3G, em áreas para garantir a qualidade do sinal.

"A TIM já enfrentou muitas reclamações de qualidade, ainda enfrenta, mas investimos muito pesado para mudar esse jogo e mudamos bastante. Ainda há reclamações? Há, mas o esforço foi grande. Nós vamos ter a maior cobertura 4G do país  - hoje estamos em 411 cidades - e teremos 3G para garantir a qualidade do sinal. Valorizar o cliente é a meta que está imposta para cada um do time TIM", destacou Abreu.

Nessa linha de valorizar a relação com o usuário, o presidente da TIM Brasil rejeitou a cobrança de franquia na internet banda larga fixa na, agora, rebatizada TIM Live, com cerca de 300 mil assinantes no Rio de Janeiro e São Paulo. "Não vamos adotar a medida. Isso está decidido. Tudo precisa ser transparente. É o que eu disse: o setor de Telecom precisa investir numa relação mais transparente com o seu consumidor", sustentou Abreu, referindo-se à decisão da Vivo de impor limite ao acesso banda larga fixo.

Com a assinatura “Evoluir é fazer diferente”, a TIM quer marcar uma nova etapa na sua operação no Brasil, acrescentou ainda Rodrigo Abreu. "Estamos firmando o compromisso de longo prazo com o Brasil e de investimentos de R$ 14 bilhões nos próximos dois anos. Sabemos que está um pouco abaixo, dos últimos três anos, mas em 2016 estamos fazendo um grande aporte em rede. Precisamos entregar o que prometemos. E vamos fazer isso", completou o executivo.



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