Convergência Digital - Home

Big data: Tecnologia sozinha não faz milagre

Convergência Digital
Convergência Digital - 08/06/2015

O Big Data está cada vez mais presente no dia a dia dos executivos. Capturar e analisar informações é estratégico para os negócios. Para muitas organizações, esse processo rapidamente se transforma em um exercício irresistível. Com o acesso a fontes de dados mais recentes, como streaming de dados de dispositivos, dados não estruturados de redes sociais e dados transacionais on-line, muitas organizações não sabem por onde começar a procurar respostas, muito menos como fazer as perguntas certas.

"Os profissionais precisam deixar os dados guiá-los, dessa maneira as questões se tornarão óbvias. Trata-se de uma abordagem old-school, ou seja, começar com uma pergunta e depois encontrar os dados para respondê-la. Isso vai ajudar a impulsionar a organização para o Big Data”, diz Scott Chastain, Engenheiro Sênior de Sistemas da SAS. O especialista dá seis dicas sobre o melhor uso do big data. Saiba quais são e veja se elas se adequam ao seu modelo de negócio.

1 Não suponha que uma abordagem mais ambiciosa trará melhor retorno. As organizações devem começar com projetos pilotos menores, e mais fáceis de serem mensurados. É crucial escolher os projetos certos para testar a capacidade tecnológica.

2.Não concentre os esforços exclusivamente nas necessidades das áreas de negócio. O sucesso é mais tangível quando as organizações pensam globalmente, mas atuam localmente.

3.Não espere que a tecnologia, por si só, garantirá os resultados desejados. Embora a pesquisa mostre que a falta de tecnologia seja o principal obstáculo - especialmente entre as pequenas e médias empresas - a tecnologia está disponível para todos. E, em alguns casos, as organizações podem aproveitar as soluções de código aberto para testar as suas capacidades, a título experimental. Não existe nenhuma solução definitiva para obter sucesso com a análise de dados.

4.Construa a capacidade colaborativa. Usar conjuntos de ferramentas e processos que tornam o Big Data acessível, muitas vezes, é prova instrumental na resolução de alguns dos principais desafios descritos no estudo, explica Chastain. "A capacidade de aproveitar o poder do Big Data exige mais do que tecnologia. Ele exige a colaboração entre as áreas de Negócio e TI. As organizações que promoverem maior colaboração serão as únicas a se beneficiarem, a partir de uma plataforma Hadoop".

5.Tenha uma abordagem passo a passo. Ao invés de cometer o erro comum de tentar resolver problemas desconhecidos com dados desconhecidos, as organizações melhores sucedidas começam por resolver um problema conhecido de uma maneira nova. O próximo passo é então resolver o mesmo problema com os novos dados, e depois passar para a resolução de novos problemas com os novos dados.

6. Pense estrategicamente, aja de modo tático. Ao optar por um projeto de Big Data, algumas organizações estão focadas em construir uma plataforma para resolver um problema de negócio específico. Isso geralmente é visto como uma experiência e não há uma continuidade. No entanto, com os objetivos estratégicos bem definidos muitos projetos serão realizados com sucesso. Isto é importante pois, muitas vezes, será através de aplicações contínuas que as empresas perceberão o verdadeiro valor e potencial do Big Data.


Destaques
Destaques

Governo negocia para transformar Foz do Iguaçu em zona franca para datacenters

O secretário de Telecomunicações do MCTIC, Vitor Elisio de Menezes, conta que negocia a incorporação dos datacenters em uma classe especial para consumo de energia, ativo que mais encarece as operações no Brasil.

Disseminação de serviços em nuvem puxa investimentos globais em TI

Segundo projeções da consultoria Gartner, gastos devem bater em R$ 15 trilhões neste ano e crescer 3,7% em 2020, puxados por cloud computing. 



Veja mais vídeos
Veja mais vídeos da CDTV

Veja mais artigos
Veja mais artigos

Você já pensou no impacto que os seus dados geram no planeta?

Por Gustavo Loiola*

Hoje, são milhares de data centers espalhados pelo Planeta. É engraçado pensar nisso quando hoje falamos da tal da “nuvem" que armazena os nossos dados. Tiramos uma foto? Vai para a nuvem. Postamos no Instagram? Vai para a nuvem. Netflix, Spotify, Deezer? O streaming também está na nuvem.

As lições do buraco negro e da análise de dados às empresas

Por Paulo Watanave*

O fato é que por trás das aplicações e sistemas usados nas operações já existe um grande e variado conjunto de insights e algoritmos que podem ser usados para gerar valor real às organizações e para as pessoas de um modo geral. Estima-se que menos de 10% das companhias em todo o mundo tenham estratégias bem definidas para a utilização dos recursos digitais e das informações.


Copyright © 2005-2016 Convergência Digital ... Todos os direitos reservados ... É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site